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Rio Triathlon – 1ª etapa 2017 – A prova

5 de abril de 2017 1 comentário

Em primeiro lugar gostaria de me desculpar pelo atraso do post. Não sei se é do conhecimento de todos, mas durante a etapa de natação dessa prova, um atleta ficou desaparecido e seu corpo só foi encontrado no dia seguinte. Esse acontecimento lamentável (um acidente, na minha opinião, mas um dia escrevo só sobre isso) me fez pensar se valia a pena escrever ou não sobre a prova, tendo em vista que pra mim tinha sido um dia muito feliz… Resolvi escrever. Antes tarde do que nunca!!!

O Rio Triathlon é uma prova que tem crescido bastante nos últimos ano e me parece que o crescimento tende a continuar por uma bom tempo, principalmente agora, com premiações interessantes pros atletas da elite virem aqui competir…

Já no sábado, véspera da prova, pude perceber que nesse ano as coisas estão um pouco diferentes… A estrutura montada na transição era bem maior do que normalmente acontecia, o pórtico de chegada já estava montado e era bem grande, no funil de chegada tinha até uma arquibancada pros torcedores poderem assistir melhor às chegadas… Fiquei impressionado e achei bem legal…

Kit na mão, assisti ao congresso técnico e, sem mais obrigações por parte da prova, fui pra casa… Diferente do que aconteceu comigo na última prova que fiz, o SSTS em Juiz de Fora, eu estava completamente tranquilo… Nem parecia que tinha uma prova no dia seguinte…

Domingão com o despertador tocando de madrugada é dureza, mas pra fazer o que a gente gosta vale a pena…

Gosto de chegar cedo na transição pra poder arrumar as coisas com calma e assim eu fiz. Sobrou até muito tempo… Rs. É bom que dá tempo de encontrar os amigos e bater um papo…

Minha largada aconteceria às 7h15min e antes ainda teriam as largadas do Short masculino, às 7h e do Short feminino, às 7h03min…

Dadas as largadas anteriores, fui pra dentro do curral de largada esperar tocar a buzina…

Natação

Nunca largo com o peito na fita pra evitar ser atropelado pelos mais rápidos e dessa vez não seria diferente. Mas durante a prova, a atitude foi diferente. Parti confiante de que faria uma natação melhor que a de Juiz de Fora e assim foi. Nadei a primeira volta num ritmo bem legal que acabou caindo um pouco na segunda volta, mas nada muito problemático. Fiquei bem satisfeito com a natação dessa prova. Obviamente, considerando o meu ritmo… Rs

T1

Mais uma vez, e isso sim tem me deixado bem feliz, consegui correr durante toda a transição. Sinal de que tenho saído mais inteiro da natação do que antigamente.

Ciclismo

Pra uma prova com vácuo liberado, é fundamental sair da natação com um bom grupo. Acho que foi a primeira prova da minha vida que consegui me beneficiar do vácuo. O fato de não ter nadado tão mal me fez pegar um pelotão bem forte. Sozinho eu jamais teria pedalado naquele ritmo na primeira volta. Mesmo assim, o ritmo estava muito forte pra mim e, na segunda volta, optei por não acompanhar com medo de não conseguir correr… hahaha.
Mas não foi tão ruim assim pq acabei chegando num conhecido e fomos num revezamento bem legal até o final, o que certamente me fez ganhar alguns minutos em relação a manter a cara no vento o tempo todo. Ignorando o tempo do pedal (pq foi bastante rápido pros meus padrões em função do vácuo), consegui manter uma potência bem legal durante todo o tempo… E é isso que importa…

02 - Pelote da bike

T2

Aqui não tem muito mistério: é largar a bike, calçar os tênis e sair correndo… Acho que tô ficando melhor nisso tb. A coisa vai ficando cada vez mais automática e passa a fluir naturalmente…

Apesar disso, não sei exatamente o que acontece com o pessoal do triathlon. Pq as pessoas não treinam montar e desmontar da bike? É impressionante a quantidade de pessoas que eu consigo ultrapassar só nesses dois momentos: monte (depois da T1) e desmonte (antes da T2).

Corrida

Aqui ainda está um problema que tenho a esperança que vai acabar em breve: minha corrida está muito ruim. Tô correndo um começo muito travado (talvez por causa da força que tenho feito no pedal, talvez pq na periodização do treino isso seja normal) e depois acabo melhorando um pouco. Nessa prova, por exemplo, depois de determinado momento parece que entrei em transe e corri tb no automático. Coincidentemente, a velocidade foi aumentando até o final… Ahh, e só pra não perder o hábito, a corrida teve 500m a menos…

03 - Corrida de longe

No geral, achei uma prova muito bacana, super bem organizada, com condições de mar (estava liso e isso naquela praia não é muito comum) e ar (não estava um calor infernal) muito boas, tanto é que, mesmo sem treinamento específico pra essa distância, no meio do ciclo do Iron, consegui fazer meu melhor tempo de Olímpico mesmo eu não estando preocupado com isso nesse momento.

Então a prova pra mim foi isso: um misto de sentimentos. Feliz por ter feito uma prova bem honesta pros meus padrões e triste pelo ocorrido com o rapaz na natação que estava em sua primeira prova de nadapedalacorre…

Vamos em frente…

*Créditos das fotos revista AllTriNews e site do Terra.

SSTS – Short & Standard Thiathlon Series

8 de março de 2017 2 comentários

Pois é, depois de um longuíssimo período sem participar de um prova de triathlon, mais precisamente 518 dias desde a última (sim, a última foi o Ironman 70.3  do Rio de 2015), finalmente voltei às provas do nadapedalacorre…

A verdade é que eu já estava até me esquecendo de como isso é bom. Na verdade estava esquecendo de várias coisas: de como é importante ter ritmo de prova e não só ficar treinando, de como é o frio na barriga (que no meu caso, mesmo sendo na distância Standard, já começa uns dias antes), de como é legal o clima da prova, de como é a cara de superação das pessoas que estão ali pela primeira vez… Tudo isso é legal demais e acho que é por isso que eu gosto tanto dessa brincadeira…

Ok, eu fiquei praticamente 1 ano e meio sem competir, só “treinando” (entre aspas mesmo pq em alguns períodos os treinos foram bem “meia boca”), nunca parei realmente de fazer triathlon, mas uma prova é uma prova, seja na distância que for, e isso mexe com a gente.

Vamos à prova que é o que interessa.

Essa foi a primeira prova da série (SSTS) e aconteceu em Juiz de Fora – MG. Saí de casa na manhã de sábado pra ir pra Juiz de Fora. Daqui até lá, levo entre 2h30min e 3h de viagem que fiz sem nenhum contratempo.

Sábado antes da prova é dia de buscar kit, escutar o que a organização da prova tem a dizer sobre o percurso, as regras etc. Depois disso é arrumar as tralhas todas e esperar chegar a hora da largada.

SSTS - Tralhas

Pois é, como podem perceber, fiz a prova com o número 7. Muita responsabilidade pra quem é tão lento quanto eu… hahaha. Aposto que distribuíram os números por ordem alfabética… Rs

Nunca tinha ido a Juiz de Fora antes e não conhecia absolutamente nada da cidade, nem mesmo o local onde seria a prova. Foi tudo na surpresa. Na manhã da prova coloquei o Google Maps pra funcionar e fui seguindo as orientações até a represa São Pedro, onde seria a natação.

Arrumei as coisas na transição, escutei as explicações finais e fui pra largada.

Essa prova era com vácuo liberado no ciclismo e a orientação que eu tinha era: “Nada forte pra conseguir pegar um bom pelotão na bike”. Não sei o que me deu pra eu acreditar que seria possível fazer isso.

Natação: Iniciei a natação alucinado e obviamente, em poucos minutos, já estava cansado, com um ritmo bem mais lento e sendo ultrapassado por todo mundo. A natação era pra ter 1.500m mas estava um pouco maior. Eu nadei 1.800m e dessa vez juro que não foi erro de navegação. No final da prova todos estavam comentando sobre o tamanho da natação. Uns nadaram 1.800, outros 1.900 e ouvi até 2.100 (esse errou bem… Já fiz muito isso, tomara que tenha passado minha fase de alongar o caminho).

Quando olhei pro relógio no final da natação fiquei bastante chateado com o tempo. Como não tinha visto a distância, achei que a natação tivesse sido bem pior do que realmente foi. Foi uma natação ruim mas na hora eu achei que tivesse sido muito pior… Bola pra frente, pelo menos não fui o último…

T1:  Saí da água correndo. Pelo isso, pq quem me conhece sabe que costumo sair da natação tão exausto que preciso caminhar na T1. Não foi o caso, consegui correr o tempo todo. A T1 tinha aproximadamente 400m de corrida entre a represa e a bike e achei bem razoável minha passada por aqui.

Ciclismo: Lembra o papo de pegar um bom pelotão? Pois é, esquece. Isso é pra quem sabe nadar… Comecei a pedalar sozinho e praticamente sozinho fui até o final. O percurso era composto por 4 voltas de 10km cada e em cada volta fazíamos 4 retornos de 180º, duas curvas de 90º e passávamos 6 vezes por quebra molas (tinham 3 no percurso mas passávamos 2 vezes em cada). Com todas essas retomadas pra fazer, considerei que meu pedal foi legal. Nada fantástico mas acho que foi bem de acordo com o que tenho treinado.

Obviamente que, pedalando sozinho contra quem estava pedalando em pelotões (culpa toda minha pq sou um afogado) é impossível chegar perto de alguém assim…

T2: Aqui não tem mistério e normalmente eu consigo passar rápido. Dessa vez não foi diferente. Larguei a bike, calcei os tênis, peguei meu número e uma viseira e fui…

Corrida: Aqui é que acho que vacilei. A ideia era começar um pouco mais lento e ir acelerando. O problema é que comecei lento e não consegui acelerar… Alguma coisa estava errada e eu não sei o que era… Eram 4 voltas de 2,5km e só na última delas é que a corrida começou a “encaixar”… Ok, não era um super pace mas era um pace que, se “encaixado” desde o começo, teria me deixado bem satisfeito.

SSTS - Percurso.png

Cheguei!!! Esse aí foi o percurso. Praticamente todo plano e com muitas retomadas. Apesar do meu desempenho ter sido ruim, gostei bastante da prova…

Sobre a prova, cabe destacar a boa vontade dos organizadores em querer fazer um trabalho bem feito e cobrarem um preço justo. A prova teve tudo o que precisava e fez frente pra muita organização que acha que é boa… Espero sinceramente que tenha sido um sucesso, como eu acho que foi, e que a mesma consiga se perpetuar no calendário. Mesmo sendo um pouco longe do Rio, se eu puder ir, tô dentro…

Depois de tanto tempo cheguei a ficar meio emocionado por ter feito outra prova de triathlon. Provavelmente a primeira de muitas no ano de 2017…

Vamos em frente que esse ano promete…

SSTS - Medalha.jpg

23º Triathlon Internacional de Santos

17 de fevereiro de 2014 8 comentários

Ainda bem que não fui!

Se tivesse que resumir meu post pra colocar no Twitter, com certeza o resumo seria a frase acima.

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Quando as inscrições dessa prova abriram, um grupo de amigos logo resolveu participar. A tentação foi muito grande mas um pequeno detalhe de 3 anos me fez desistir da ideia: Gabriel, meu sobrinho e afilhado que teria sua festinha de 3 anos no sábado do final de semana da prova. Como a festinha era no sábado e a prova em Santos, como já diz o nome, não fui.

Até cogitei a possibilidade de ir e faltar na festinha. A distância olímpica é muito legal e como não existe mais essa possibilidade aqui no RJ, essa prova seria muito bem vinda. A desistência só veio mesmo quando o Gabriel olhou pra minha cara e disse: “Dindinho, você vai na minha festa, né???”

Claro que eu vou!!!

Bom, e por que eu disse que “Ainda bem que eu não fui!!!”??? Simples, pelos comentários, a prova foi uma completa falta de respeito com os atletas.

Algumas categorias nadaram, outras não nadaram. Pros que nadaram, o tempo da natação valeu, pros que não nadaram, inventaram um tempo fictício pra compor o resultado.

Algumas mulheres foram impedidas de sair da T1 pq os homens estavam vindo logo atrás e seria perigoso para elas… Parece que depois de alguns minutos elas se revoltaram e furaram o bloqueio.

Alguns atletas que não nadaram tiveram que “dar uma carreira” de uns 800m com roupa de borracha e tudo, pela areia, até a área de transição, onde pegaram as bikes e fora “continuar” a “prova”… Parece que teve um grupo que a “corridinha” inicial não passou de 100m.

Caramba, que situação!!!

Obviamente eu não estava lá pra ver o que aconteceu exatamente mas me parece que realmente não tinha condição de ter a etapa de natação. Obviamente que eu também não li o regulamento da prova, tendo em vista que eu não ia participar e sim, eu leio o regulamento das provas que participo.

Mesmo sem ler, acho muito provável que o regulamento dessa prova seja muito parecido com a de qualquer outra prova de triathlon no Mundo. Quando o mar não tem condições para que seja feita a natação, a prova vira um duathlon, com Corrida – Pedal – Corrida! Simples assim! Mas isso tem que acontecer pra todos e com as distâncias corretas que constavam no regulamento. No Iron, por exemplo, se não tiver natação, a prova vira 10km run, 180km bike e 42km run (pelo menos no que fiz). Fácil né?

O que custa cumprir a droga do regulamento???

Gostaria de escutar alguém que participou. Ainda não tive tempo de conversar com ninguém!!!

Tudo que posso falar agora é: Obrigado Gabriel!!!

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Essa aí foi a foto do pós-festa!!!

Balanço de 2012

3 de janeiro de 2013 4 comentários

Com o final do ano é interessante fazer um balanço para ver o que aconteceu realmente.

Treinei muito? Treinei pouco? Participei de muitas provas?

Pois é, não sei a resposta pra nenhuma dessas perguntas. Pra poder responder é preciso muito mais do que um balanço anual, é necessário um balanço semanal pra verificar se os treinos foram feitos em quantidade correta e no momento correto. Um balanço anual não vai levar em conta que no começo do ano eu treinava pra uma maratona e nos dois últimos meses eu praticamente não treinei, portanto, isso aqui é mais uma curiosidade do que qualquer outra coisa.

Vamos aos números:

Em 2012 eu treinei nada menos do que 234 vezes, percorrendo 2.947km em 255 horas. Ufa, cansei…

Cansado

 

Bom, esses números são divididos da seguinte maneira:

  • Natação
    • 68 atividades
    • 143 km
    • 62 horas
  • Ciclismo
    • 52 atividades
    • 1.509 km
    • 67 horas
  • Corrida
    • 114 atividades
    • 1.295 km
    • 126 horas

* Não coloquei aqui o tempo que passei na academia pois considerei desprezível… Além de não gostar de malhar… Rsrsrs

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Participei ao todo de 12 provas nesse ano:

  • 1 Ironman 70.3;
  • 2 Triathlons Olímpicos;
  • 3 provas de Natação;
  • 3 corridas de 10km;
  • 2 meias maratonas e
  • 1 maratona

Bati meus recordes pessoais de 10km e de meia maratona e do primeiro para o segundo triathlon olímpico melhorei meu tempo em pouco mais de 10 minutos. (Nunca tinha participado de maratonas e nem de meio Ironman, por isso não tenho comparativos).

Resumindo, continuo sem saber se treinei muito ou pouco, certo ou errado, só sei que evoluí bastante e considero que 2012 foi um ano fantástico, só vai perder mesmo pra 2013…

Vamos que vamos rumo ao IRONMAN BRASIL 2013

Cansaço 1 X 0 Eu

18 de novembro de 2012 Deixe um comentário

Eu tinha decidido que novembro seria meu mês de descanso.

Foi um ano muito “corrido”, literalmente. Tudo começou em 08 de janeiro com o início da preparação pra Maratona do Rio que aconteceu no início de julho, de janeiro pra cá foram algumas corridas de 10km, 2 ou 3 meias maratonas, 1 maratona, algumas travessias aquáticas, 2 triathlons olímpicos e o Ironman 70.3 Miami… Ufa, cansei…

Meu objetivo era descansar o mês de novembro pra iniciar com tudo a preparação pro Ironman Brasil 2013 em dezembro, mas tinha ainda a última etapa do estadual de triathlon no dia 15 de novembro. E aí, o que fazer?

Pois é, sou fominha demais, logo, assim que as inscrições abriram, tratei de me inscrever… Ia ser tranquilo! Na minha mente, era só descansar uma semana depois de Miami e manter uma rotina de treinos leves até a prova. Depois teria 15 dias pra descansar completamente até dezembro chegar. Não deu!

Acabei não conseguindo treinar direito e quanto mais eu tentava, mais me cansava…

Isso tudo ainda coincidiu com um período um tanto quanto estressante da minha vida pessoal, cheio de coisas pra resolver e, quando fico assim, minha insônia é algo completamente perturbador. Tudo o que eu queria era dormir um pouco e não conseguia… Fiquei praticamente uma semana me arrastando… Com sono durante o dia e acordadão durante a noite, a coisa só piorava…

 

 

No dia de buscar o kit da prova tivemos a agradável surpresa de que a Prefeitura do Rio, sempre ela, tinha cortado um pedaço do percurso e não seria mais possível ter os 40km de ciclismo, sendo reduzido pra praticamente 30km. Aproveitaram pra informar que a temperatura da água estava baixíssima e estavam cogitando reduzir também o trecho da natação pela segurança dos atletas…

Tudo confabulava pra eu não participar, mas, na véspera da prova deixei tudo preparado pra acordar às 5h da manhã e partir pra dentro…

 

Foi uma noite muito mal dormida, acordei várias vezes durante a madrugada e choveu muito o tempo todo. Às 5 da manhã, quando o despertador tocou, já não chovia mais mas não tive forças pra vencer o frio que fazia no lado de fora e sair. Acabei voltando pra cama…

 

Hoje, 3 dias depois da prova, bate um certo arrependimento de não ter ido, mas no fundo eu sei que essa foi a melhor decisão… É melhor pisar no freio agora e deixar o corpo relaxar pra poder começar zerado em dezembro e chegar em Floripa na minha melhor forma…

Resumindo, é hora de descansar pra poder dar uma nova corda…

Vamos que vamos…

 

Continuando a brincadeira…

11 de novembro de 2012 Deixe um comentário

14 dias depois do Ironman 70.3 Miami posso dizer que os treinos praticamente não aconteceram depois da prova…

Desde a prova no dia 28/10, nunca mais entrei numa piscina, pedalei não mais do que 30min no rolo em duas ocasiões e fiz 3 giros de corrida onde o mais longo deles foi de 6km…

É assim que vou partir, na quinta-feia 15/11/2012 para a 3ª etapa do Campeonato Estadual de Triathlon Olímpico do RJ.

Tudo bem que meu principal objetivo é a diversão mas é que não gosto de ficar sofrendo durante as provas, é por isso que eu treino: para não sofrer…

Não estou ligando muito pq realmente o corpo está precisando de um refresco e eu tinha prometido pra mim mesmo que o mês de novembro seria de poucos treinos e leves.

A prova do estadual vai servir apenas pra rever os amigos e dar uma força para outros que estão, nesta prova, iniciando no triplo esporte… Alguns deles até por minha culpa…

A partir do dia 16/11/12 os treinos ficarão restritos à natação e à musculação durante a semana e giros leves de pedal e corrida nos finais de semana e esses, muito mais pra sustentar o vício nesses esportes do que manter o treinamento…

Depois dessa fase, em 01/12/12, começam os treinos focados no Ironman Brasil 2013 e aí sim o bicho vai pegar… Vai ser foco total para tentar fazer a minha melhor prova de triathlon lá em Floripa…

Vamos ver no que vai dar…

Estadual de Triathlon – Rio de Janeiro – 2ª etapa

22 de agosto de 2012 Deixe um comentário

Pois é, faltam apenas 4 dias para a tão esperada 2ª etapa do Estadual de Triathlon do Rio de Janeiro…

Apesar de minha participação ser apenas pra competir comigo mesmo, nesta etapa teremos novidades para os que levam a competição com os outros mais a sério… Premiação em dinheiro para os primeiros no geral e brindes para os primeiros nas categorias… Bem interessante.

Essas novidades, principalmente a premiação em dinheiro, começam a atrair mais atletas. Nessa etapa teremos a participação ilustre do Diogo Sclebin, atleta que representou o Brasil no Triathlon das Olimpíadas de Londres. A briga promete… Mas acho que vai ser pelo segundo lugar…

 

Outra coisa que se espera desta etapa é uma melhora na estrutura, já que os valores da inscrição aumentaram, e pelo que li no site da Rio Triathlon, deve ter também uma modificação no percurso do ciclismo. Vamos ver no que vai dar…

Pra mim, que não busco nem os prêmios em dinheiro e nem os brindes, o que resta é procurar melhorar meu tempo e aproveitar tanto a prova quanto a paisagem. E que paisagem…

Palco da prova

Vamos que vamos…

Estadual de Triathlon Olímpico – 1ª etapa de 2012

19 de março de 2012 1 comentário

Aleluia… Chegou o dia do 1° Triathlon Olímpico.

O sábado foi inteiro de descanso e aproveitei pra ir no simpósio na hora de buscar o kit.

Número de peito, touca, número pra bike… Tudo na mão e, com a largada às 07h da matina, aproveitei pra deixar a bike no carro na noite de sábado.

Domingo, toca o despertador, tomo um banho e o café da manhã. Às 5h30min saí de casa rumo ao Aterro do Flamengo. Desta vez, como cheguei cedo, consegui estacionar meu carro no posto BR de frente pra área de transição.

6h30min e já estava com a bike e os acessórios do pedal e da corrida todos prontos na área de transição.

Área de transição - Minha bike é disparada a pior... rsrsrs

Logo depois era uma confusão tremenda na transição… Todo mundo “correndo” pra deixar tudo pronto a tempo da largada.

Área de transição lotada...

Parti pra areia pra esperar a largada. Nesta etapa, tivemos a participação especial do Luciano Huck na categoria Short. Era um tal de gente querendo tirar foto do cara e com o cara que, sinceramente, não sei como ele aguenta.

Com um pouco de atraso foi dada a largada do Short e depois que o último colocado cruzou a penúltima boia, largada do Olímpico. Coração a mil e lá vai a narrativa da prova nas 3 modalidades:

Natação – Dessa vez, optei por não esperar muito a confusão da largada acabar e com 30 segundos já estava dentro d’água dando minhas braçadas. Eram duas voltas no percurso de 750m e eu sabia que a natação seria decisiva pra minha meta de buscar as 2h45min no total. Parti com disposição pra tentar fechar em 30min. No final da primeira volta, olhei para o relógio e estava com 14min e 30s , perfeito pras minhas pretensões mas não consegui manter o ritmo e saí da água com 31min. Corre até a área de transição, tira a roupa de borracha, coloca capacete, seca o pé, coloca a meia e sai correndo pra iniciar o pedal. Até aí o cronômetro já marcava 37min.

Pedal – Montei na bike e lembrei que a meta aqui era manter a velocidade acima de 30km/h. Com 1km de prova percebi uma vibração estranha e percebi que o suporte de caramanhola ia cair. Agora vem a parte do “como pude ser tão idiota?”. Sem parar, tirei a bomba, que fica presa no mesmo suporte, tirei a garrafa pra colocar no outro suporte e aproveitei o clima pra pegar um carboidrato gel. Nessa hora, completamente distraído, acertei uma das grades que separam a pista para os carros… Foi uma pancada tão feia que não sei como nada mais grave aconteceu. Caí, derrubei a grade e perdi meu gel… Levantei e, como nenhuma parte do meu corpo estava faltando, soltei a bike da grade (sim, ficaram enroscadas) arrumei o guidon na posição correta e voltei a pedalar. Nessa altura, o pedal já estava completamente comprometido. Vários arranhões no corpo, o dedo médio da mão esquerda doendo demais, que dificultava a troca das coroas e a roda da frente toda empenada arrastando no freio (isso só pude confirmar depois do final da prova, mas pela força que tinha que fazer, tive certeza de que algo estava errado). Esse foi meu pedal durante os +/- 38kms que faltavam depois do acidente. Com tudo isso, e fazendo muuito mais força do que de costume, fechei o pedal com 1h24min. Média de 28,5km/h.

Corrida – Larguei a bike e calcei os tênis pra correr. Minha meta era fazer 55min mas eu sabia que podia ser melhor que isso. Fui tentar, literalmente, correr atrás do tempo perdido. Impressionante como as pernas não obedeciam… Forcei realmente muito na bike e na hora de correr, paguei o preço. Duas voltas de 5km cada e tudo o que consegui foi um tempo de 57min. Pace de 5:42min/km.

Resumão da história: Fiz um tempo de 2h58min quando minha pretensão era beirar as 2h45min. Muito ruim, mas diante dos acontecimentos, foi lucro.

Pelo menos consegui não ser o último da categoria. Rsrsrs

Colocação geral: 170/184

Colocação na categoria M3034: 48/51

Foi ou não foi lucro???

Tô feliz!!!

Resumo do mês: fevereiro

28 de fevereiro de 2012 Deixe um comentário

Por 2 treinos, fevereiro não foi exatamente o que eu programei…

Para este mês, que amanhã chega ao fim, estava com um total de 146km programados para correr e, por ter “matado” 2 treinos, só consegui chegar aos 120km. Não foi de todo ruim, mas poderia ter sido melhor.

Como o foco está 90% na Maratona do Rio, coloquei na cabeça que os treinos de natação e pedal podem até ser suprimidos, porém, os treinos de corrida só poder ser perdidos caso não haja opção. Isso é que desagradou. Foi um treino no início do mês e outro agora, no finalzinho (este último de 18km), que jamais serão recuperados.

A bike (160km) e a natação (14km) nem vou comentar… Foram muito abaixo do desejado, mas vamos em frente, não é o foco principal no momento. O importante é não ficar parado.

Para março a planilha aponta para 194km. Como teremos prova em 3 finais de semana, a programação certamente será abalada. A meta é fazer o mais perto possível do programado e assim será feito.

Só pra constar:

 – 04/03 – Circuito das Estações Adidas – Outono – Prometi que não correria mais essa prova mas a empresa acaba cobrando nossa presença. É a contrapartida por pagarem minha assessoria esportiva etc. Pretendo fazer meu treino de sábado (03/03) normalmente e, no domingo, pedalar 30km antes da prova. Ainda assim tenho a meta de fazer os 10km abaixo de 55min (depois de pedalar).

– 10/03 – Rei Rainha do Mar – Sunset – Serão 3,5km de natação da praia do Leblon ao Arpoador. Como será num sábado a tarde, pretendo fazer um treino leve pela manhã e um conjugado bike/run no domingo. Vamos ver se as pernas vão aguentar.

– 18/03 – Triathlon Olímpico – 1ª etapa – 1,5 / 40 / 10 (S/B/R). Essa seria minha prova alvo caso a Maratona do Rio não existisse. Vamos ver o que consigo neste dia, já coloquei minhas metas em outro post e já nem sei se consigo cumprí-las.

 

É faca na caveira!

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