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2014 ficou pra trás…

3 de janeiro de 2015 Deixe um comentário

O ano de 2014 se foi…

Foi um ano de provas interessantes e treinos nem tanto…

Tempo

Ano de pouco tempo pra treinar e menos ainda pra escrever aqui…

Mas, no fundo, foi um ano legal…

Fiz provas bacanas, tive resultados compatíveis com o que treinei, fiz amizades novas (reais e virtuais), aproveitei o que tinha pra aproveitar, sofri com o que tinha que sofrer e me diverti demais com o que tinha que me divertir…

Mas e de ruim, o que teve??? Sei lá, prefiro lembrar do que foi bom… E sinceramente, não me lembro de nada tãão ruim assim que seja digno de recordação…

Vamos com tudo pra 2015 pq esse sim, vai ser sensacional, vem aí o Desafio do Dunga, o 70.3 de Brasília e novamente o Ironman Brasil – Florianópolis!!! Quem sabe não rola uma sorte e eu consigo ser sorteado pra Maratona de Nova Iorque??? Sei lá né???

Medida

Os números de 2014 foram:

Natação – 115km

Bike – 2.155km

Corrida – 1.510km

São números muito baixos pra quem fez um 70.3 (Foz do Iguaçu), uma Maratona (Rio) e agora, no comecinho de janeiro vai correr o Desafio do Dunga.

Provavelmente, se tudo correr bem, na metade de 2015 esses números já terão sido superados… rs

É torcer pra que tudo dê certo e cair dentro.

Tomara que o 2015 de vocês seja igual ao meu: sensacional!!!

Fui!

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(Re)Estabelecendo a rotina…

12 de novembro de 2014 9 comentários

Manter uma rotina de treinamentos é a parte mais importante para a melhora da performance nos esportes.

Rotina circulo

Infelizmente, pra mim, é também a parte mais difícil… Acaba sendo a mais difícil por vários motivos: falta de disciplina, falta de foco em uma prova, preguiça, falta de incentivo, sono… Enfim, qualquer coisa é motivo pra matar treinos e nisso, sou campeão!!! Aliás, era! A coisa está mudando…

Desde quando resolvi criar também um Instagram pro A Triathlon (segue lá: @atriathlon), comecei também a conhecer mais pessoas, a divulgar mais alguns treinos que faço e principalmente a receber um incentivo muito legal. O incentivo vem de pessoas que conheço pessoalmente, pessoas que conheço virtualmente e até de pessoas que nem conheço!!!

Das pessoas que conheço apenas no mundo virtual, tenho que destacar 3: Milton (do blog Vinte Semanas), Maria (do blog A Maria, o Triathlon…e um pouco das outras coisas…) e a Michelle (nem sei se tem blog…).

Os 3 fazem parte do mundo do triathlon, cada um de um canto diferente desse Brasil tão grande, cada um com seus treinos, suas dificuldades e suas motivações. E sempre um dando força pro outro nos treinos e provas, mesmo que de longe… Esses 3 são fantásticos incentivadores!

Pra se ter uma ideia do que estou falando, esse aí foi meu calendário de treinos do mês de outubro. Como pode ser visto, somente em 5 dias é que não fui treinar. E podem ter certeza de que eu tinha um excelente motivo.

Outubro

A coisa chegou num ponto que quando a preguiça aperta, eu chego a gastar um tempo pensando no que vou dizer pra eles pra justificar a “matada” de treino… Como minha criatividade não é lá grandes coisas, acabo indo treinar…

Obviamente que com o Desafio do Dunga se aproximando, os treinos de bike estão em segundo plano, mas olhando assim, sem analisar muito, arrisco até a dizer que estou treinando mais agora do que na época do Iron!!!

Miltão, Maria e Michelle, vocês estão me transformando num monstro!!! Muito obrigado!!!

Altos e baixos…

13 de outubro de 2014 4 comentários

A vida é cheia de altos e baixos… E nos esportes não poderia ser diferente…

gangora

Um dia você está se sentindo bem. Nada, pedala e corre como se fosse ninja. No outro dia afunda na natação, cai da bike e tropeça correndo… Faz parte!

Depois da Maratona do Rio, comecei a focar um pouco mais na velocidade pro 70.3 de Foz… Acabou não dando muito certo já que a prova não foi exatamente o que eu esperava mas, com certeza, eu estava um pouco mais rápido…

Não era o período mais rápido da minha vida mas certamente era um período rápido… (para os meus padrões, obviamente).

Desde que passei a fazer meus treinos baseados na frequência cardíaca, como diz o livro do Phill Mafetone, as coisas têm evoluído de maneira interessante…

Para dar uma ideia, outro dia precisava fazer um treino de 60min na frequência de 165bpm. Corri pouco mais de 12km, o que dá um pace médio de 4:55min/km. Acreditem, isso pra mim é rápido. Ainda mais com o limite de 165bpm.

Alguns dias depois fui participar da etapa primavera do Circuito das Estações aqui no Rio. Prova de 10km que eu não ia precisar me preocupar com a frequência cardíaca mas resolvi tentar manter sempre abaixo de 175bpm. Imaginava eu que poderia sair alguma coisa perto de 4:45 ou 4:50min/km… Mega engano!!! Fiz a prova toda no 175 com picos de 180bpm e o pace médio ficou em 5:11min/km… Que sinistro…

São tantas variáveis que influenciam esses resultados que fica complicadíssimo descobrir o que aconteceu… Temperatura? Noite mal dormida? Pernas cansadas? Expectativa pela corrida? Sei lá…

De qualquer maneira, acho que a coisa tá melhorando sim… Mas bem que eu podia dar a sorte de coincidir um dia “alto” com uma provinha… Só pra dar o gostinho de fazer rápido… rsrsrs

Dizem que a sorte acompanha quem se dedica… Tô tentando me dedicar um pouco mais… rs

Será verdade???

16 de julho de 2014 2 comentários

Faltam 10 dias pra Maratona do Rio e tenho a sensação de que na outra vez que fiz essa prova estava muito mais bem treinado. Mas será verdade???

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Resolvi fazer um balanço do que treinei quando fiz essa prova em 2012 e o que treinei para a prova deste ano. Considerei os 5 meses que antecederam a prova e alguns números começaram a surgir.

Realmente esse ano o volume foi cerca de 10% menor do que em 2012. Cerca de 700km em 2012 contra algo próximo a 630km neste ano (já estou contando aí com o treino de 16km do próximo final de semana, último antes da prova). Convenhamos, não me parece ser uma diferença tão absurda…

Em 2012 foram 51 treinos contra 47 este ano dos quais 10 longos em 2012 contra 9 em 2014.

Se for parar pra pensar direitinho, a situação não está tããão ruim assim. Ou não estava tão boa em 2012… Os 3 maiores treinos de 2012 foram de 30km (2x) e 34km (1x). Neste ano fiz 30km (1x), 32km (1x) e 34km (1x), ou seja, fiz até mais esse ano, sem contar que, em 2012, eu ficava acabado depois desses treinos e hoje em dia faço eles pela manhã e, na maior parte das vezes, de tarde já estou novinho.

Reza a lenda dos “esportes de longa distância” que “o corpo tem memória”, ou seja, uma vez “esticadas” as distâncias, seja em treinos ou provas, o corpo se acostuma com aquilo e o sofrimento diminui bastante, mesmo que os treinos não tenham sido lá essas coisas… Essa é uma excelente explicação do por que de eu não estar tendo muitos problemas nos treinos longos e to muito confiante de que isso é verdade… rs

Mas se a diferença nos treinos não foi algo tão gigante assim, pq a impressão de que foi? Simples: matei muitos treinos esse ano o que me causa essa sensação. Quando comparo o programado com o realizado, a coisa é assustadora.

Então, ficou mais confuso ainda??? Calma! Vou tentar explicar: o problema foi que em 2012 também não treinei como deveria. Naquele ano tive Síndrome da Banda Iliotibial durante os treinos e isso me impediu de realizar boa parte da planilha. Cheguei até a cogitar a possibilidade de não participar da prova por causa disso mas no final deu tudo certo.

E pensar que esse ano também cogitei não participar pq treinei pouco hein?!?!?!

Sabe de nada, inocente!!!

Copa, preguiça, motivação e Tour de France…

7 de julho de 2014 8 comentários

Os treinos estão indo aos trancos e barrancos…
Como já falei no post anterior, gosto muito de Copa do Mundo e acabo deixando os treinos em segundo plano.
Teve uma semana que não corri nenhuma vez e duas semanas que fiquei completamente afastado da piscina…

Mas será que era só por causa da Copa??? Claro que não! Chega uma hora que é difícil manter a motivação. É muito tempo treinando. Tem que ter uma disciplina muito grande pra dormir cedo, acordar cedo, comer certinho, etc, etc, etc. Uma hora o saco enche!

O engraçado é que você acaba percebendo que outras pessoas tem sensação parecida. Outro dia li no blog Correr para Crer um post que fala mais ou menos sobre isso.

Eu nado, pedalo e corro porque eu gosto de nadar, pedalar e correr e ponto final! Mas é muito diferente quando vc acaba fazendo isso na base da obrigação. Seguindo uma planilha à risca pra poder cumprir os desafios que você mesmo se impôs… Você mesmo se impôs…

Que situação! Você vai lá, paga uma inscrição de prova cara (sim, eu acho as inscrições muito caras), se planeja, compra passagem, reserva hotel e tudo mais… Mas na hora de treinar parece que aquilo é um martírio!!!

Não pode ser assim! Aquilo é pra ser prazeroso! E é, até certo ponto… O problema está no exagero, eu acho… rs

DisneyRun02Mas os treinos já voltaram a um ritmo razoável e já me considero apto a participar da Maratona do Rio em 27 de julho. É isso mesmo, eu estava cogitando a possibilidade de não ir pra largada simplesmente porque não estava treinando…

Vai dar pra fazer a Maratona no final de julho e o 70.3 de Foz do Iguaçu no final de agosto! Ok, não vai ser exatamente da maneira como eu planejei, mas…

Sabe o pior disso tudo? Eu tentei colocar a culpa da minha ausência nos treinos na Copa! Fala sério. A culpa é só minha!

Opa, peraí, sábado começou o Tour de France!!! Parem os treinos!!! Preciso assistir ao Tour!!! Hehehe, só brincadeirinha…

Vamos que vamos!

Maratona de Nova York

3 de abril de 2014 8 comentários

Num impulso maluco acabei me inscrevendo pro sorteio da Maratona de Nova York.

Fiquei um bom tempo tentando decidir se queria ser sorteado ou não.

Sendo sorteado, ia ter que treinar ininterruptamente por um período gigantesco, pelo menos pra mim (18 meses) desde o início dos treinos pra Maratona do Rio 2014 até o Ironman Brasil 2015 passando sempre por provas grandes:

  • Maratona do Rio (julho/14);
  • 70.3 de Foz do Iguaçu (agosto/14);
  • Maratona de Nova York (novembro/14);
  • Desafio do Dunga (janeiro/15);
  • Ironman Brasil (maio/15).

Não sendo sorteado, ia dar pra dar uma leve relaxada entre o 70.3 de Foz e o início da preparação pro Dunga. Nada muito absurdo mas dá pra renovar as forças…

Sei lá, não tenho certeza se meus “cambitos” aguentariam essa pressão toda aí mas eu estava disposto a tentar… Tentar não pq na realidade eu ia era conseguir mesmo, mas…

NYCM

Nada como o sorteio acontecer pra resolver minha dúvida: Não fui sorteado!

Pronto, garantido meu período de descanso…

Se bem que em outubro tem um XTERRA aqui em Búzios e estou muito tentado a me inscrever no Triathlon…

Um eterno estudioso…

2 de dezembro de 2013 5 comentários

Sim, acho que isso me define um pouco: um eterno estudioso. Tudo bem que depois de faculdade, mestrado e MBA, hoje os estudos são outros, bem mais tranquilos… Mas não deixam de ser estudos…

A época do recesso esportivo tem várias utilidades. Além de promover uma recuperação no corpo e na mente, é o momento para fazer alguns ajustes nos treinos. E como eu treino “sozinho”, isso significa estudar.

Minha formação profissional nada tem a ver com Educação Física, sou Engenheiro Eletricista, logo, espero que ninguém use minhas táticas “de guerrilha” que uso nos treinos.

Na realidade acho que sou mais curioso do que estudioso, portanto, estou sempre buscando uma explicação lógica (lembrem-se que sou engenheiro) para o que acontece e para o que tem que ser feito. Somado a isso tem o fato de ninguém conhecer mais o meu corpo do que eu mesmo e isso faz muita diferença na minha “performance”. (Ok, ok, minha performance é medíocre mas…)

Já tive treinador que me conhecia muito bem. Os treinos fluíam e os resultados apareciam de maneira quase natural. Era interessante mas por “obras do destino”, não deu pra continuar treinando com ele.

Já tive treinador que parecia não me conhecer. A cada planilha eu tinha reforçada a sensação de que ele tinha me encaminhado aquilo por engano e os resultados foram piorando de maneira assustadora (ou nem tanto, já que era o mais provável a acontecer).

Depois dessa segunda experiência resolvi cair nos livros e montar eu mesmo o meu programa de treinos. Acreditem: desde então encontrei minha melhor fase nos esportes. (Sim, isso aí que eu faço é minha melhor fase…)

Planilhas genéricas raramente vão ser tão boas quanto prometem. É preciso se conhecer. Quando treinei pra maratona, teve um amigo que usou a mesma “literatura” que eu pra montar os treinos e no final, minha planilha era completamente diferente da dele. Resultado: nós dois conseguimos atingir nossos objetivos. Ele foi bem mais rápido que eu (até pq ser mais lento  que eu é complicado) mas tenho certeza que se tivesse feito minha planilha igual à dele, não teria conseguido largar para aquela prova. O volume de treinos dele era violento e eu, intencionalmente, reduzi bastante o meu pq, no fundo, eu sabia que minhas pernas não iam aguentar aquilo. Por isso é fundamental se conhecer (ou o seu treinador te conhecer muito bem). É preciso saber diferenciar o limite da preguiça, ou qualquer outro nome que se queira dar pra isso… O limite é quando o corpo não aguenta mais. A preguiça é quando a cabeça acha que o corpo não aguenta mais. São coisas completamente diferentes.

JAMAIS incentivei ou incentivarei as pessoas a treinarem sozinhas. Acho que orientação é fundamental, porém, no meu caso não deu certo!

Nessa linha, tenho uma lista aqui no blog dos livros que costumo ler sobre treinamentos e são basicamente o que uso pra montar minhas planilhas.

Falei tudo isso só pra dizer que estou acrescentando mais alguns livros à minha “biblioteca”.

The Big Book of Endurance Training and Racing

The Big Book of Endurance Training and Racing

Esse eu já comecei a dar uma olhada e já decidi que vou mudar no mínimo todo meu treinamento de base.

Sempre corri considerando minha sensação de esforço e sempre acabo fazendo meus treinos com um pace um pouco mais forte do que deveria. Baseado neste livro já decidi que toda a base será feita com o olho no monitor cardíaco e um batimento tão baixo que acho até que vai ficar complicado pra fazer ultrapassagens nos idosos que costumam caminhar de andador pela orla do RJ.

 The Complete Guide to Triathlon Swimming

The Complete Guide to Triathlon Swimming

Esse eu ainda não peguei mas faz parte de um super plano de conquistar o mundo, ops, de melhorar um pouco minha natação.

Complementar ao livro, tomei coragem e decidi que vou passar a levar a GoPro pra natação pra tentar corrigir possíveis “grosserias” que estejam sendo feitas na água. Estou com um problema no ombro e já ouvi dizer que pode ser em função de uma possível cruzada do braço esquerdo pela linha central do corpo. Só dá pra ver o que está acontecendo filmando…

E aí, será que vai dar resultado???

Eu acho que vai. É ver pra crer…

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