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Posts Tagged ‘riotriathlon’

Ironman 70.3 Rio 2018 – A Prova

22 de março de 2019 1 comentário

Sim, eu sei, tô muito atrasado… Mas acho que sempre vale à pena deixar um registro por aqui… E infelizmente a correria do dia a dia não me permite uma dedicação maior pra isso aqui…

A prova do Rio é, pra mim, uma prova muito especial… É no quintal de casa! Isso, obviamente, como tudo na vida, tem seus prós (não preciso gastar dinheiro com passagens e hospedagens) e seus contras (é sempre uma correria pq não consigo tirar uns dias dedicados à prova). Mas no geral, é sempre uma festa que eu gosto muito de participar…

Obviamente, dado que já se passaram 6 meses da prova, a riqueza de detalhes fica perdida e já peço desculpas por isso. Prometo tentar publicar sobre as próximas provas ainda na semana que elas ocorrerem… Tenhamos fé… Rs

Essa prova foi a primeira prova organizada pela Unlimited Sports depois daquela confusão generalizada no 70.3 de Maceió onde o vácuo foi uma constante, todo mundo reclamou bastante e acabei comentando no último post que fiz…

A Unlimited ajustou os tempos de largada das categorias pra conseguir espaçar mais os competidores e tentar reduzir o vácuo… No final acho até que deu certo mas, como nada é perfeito, teve gente largando muito tarde… E com o sol que estava, e normalmente está, acaba sendo uma prova bem diferente… As meninas, como de costume, foram as últimas a largarem e, obviamente, as mais prejudicadas pelas condições climáticas.

Pré Prova

Aqui no Rio, pra mim, a alegria sempre é maior… A quantidade de conhecidos que encontro na hora de buscar o kit, de tirar foto no “mdot”, do congresso técnico, bike check-in etc é muito maior. E como reencontrar amigos é sempre bom, o dia vai ficando mais leve…

 

Race day

Swim

Sei lá o que me deu nesse dia que na hora da largada eu me posicionei lá na frente… Na realidade, acho que estava meio apreensivo com a condição do mar, fui lá na frente dar uma olhada e acabei ficando por lá. Na minha frente só tinha uma fileira de atletas…

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Minha largada foi a primeira. Atrás apenas da elite masculina e feminina.

O mar nesse dia estava se mostrando meio complicado mas na realidade a gente ainda não sabia que ia piorar muito quem largou mais tarde encontrou uma condição bem pior… Mais uma vez as meninas se ferrando…

Fiquei sabendo que mesmo na minha largada, onde o mar não estava tão ruim, teve gente que já desistiu na primeira onda. Elas nem estava tão gigantes nesse momento, mas tinha onda quebrando até a primeira bóia, que fica mais longe… Ou seja, tinha onda quebrando na sua cabeça durante praticamente todo o percurso da natação.

Também não sei por qual motivo, talvez instinto de sobrevivência, fiz minha melhor natação de 70.3 da vida.

Saí feliz quando vi o relógio e parti pra T1.

OBS: Quando saí da água vi algumas meninas no perrengue da largada… Olhei para o mar e me assustei um pouco…

T1

Nunca é tão rápida quanto eu acho que pode ser mas acaba que, no bolo que eu saio da água, sou até rápido e acabo ganhando umas posições… Rs

Bike

Eu juro que estava confiante em um bom pedal… Esse percurso tem características muito bem definidas: vento contra em direção à Barra, vento a favor em direção ao Recreio, subida dura mas curta da Grota Funda ida e volta e depois mais duas voltas até a Barra no esquema vendo contra indo e a favor voltando. Ahh, normalmente quanto mais tarde, mais vento…

Esse ano achei que tinha um pouco mais de vento do que no ano passado… O que atrapalha legal na ida e ajuda muito na volta, logo, não sei se faz tanta diferença assim no resultado final.

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Fato é que esse ano meu pedal foi um pouco pior do que o ano passado fiquei meio triste com isso quando entreguei a bike mas depois, analisando os dados, verifiquei que acabei fazendo um pouco menos de força mesmo…

Pro meu nível, não foi um pedal absurdamente ruim, mas eu tinha uma expectativa de fazer um pouco melhor… Vida que segue.

T2

Essa eu acho que já aprendi a fazer… Consigo descer rápido da bike e me manter correndo pra fazer toda a troca que precisa… Essa T2 especificamente achei bastante boa…

Run

Nessa altura da prova, umas 10h30min da manhã, o sol já fritava os miolos… Mas eu estava decidido a correr até quebrar. Esse é o lado bom de ser pangaré e nunca estar disputando nada: vc pode arriscar o que quiser pq não tem nada a perder… Rs

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Acabou que a corrida encaixou direitinho. Sempre tem uma diminuída de ritmo no meio da prova mas depois consigo voltar e terminar num ritmo legal.

Preciso encontrar uma maneira de me manter focado na prova o tempo todo. Ainda disperso muito nos pensamentos. De repente me dou conta de que aquilo é uma prova e volto a prestar atenção no que está ocorrendo… Poucas foram as vezes que consegui entrar num “estado de fluxo” onde nada interfere no que estou fazendo… Quando isso acontece, é certeza de uma excelente prova.

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No final, acabei fazendo tb a minha melhor corrida de 70.3 da vida e fiquei bem satisfeito.

Obviamente, sempre dá pra melhorar. Mas perceber que, mesmo aos poucos, estou em evolução, é muito gratificante. Se tem um conselho que posso dar pra quem está iniciando no esporte é: seja constante! A melhora vai vir. Não precisa de pressa.

Pós prova

O pós prova no Rio é sempre especial: ver a Lívia chegando bem e encontrar a família depois da linha de chegada é sensacional…

Depois disso o resto do dia é de resenha… Rs

Vamos em frente que já tô vendo a próxima prova…

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Short Triathlon – 2ª etapa – 2014 – A prova

18 de agosto de 2014 4 comentários

Como já havia dito, ontem, domingo, ocorreu aqui no RJ a segunda etapa do Estadual de Short Triathlon.

No sábado, véspera da prova, a organização estava na dúvida se a etapa da natação poderia ocorrer. O mar estava bem alto e mexido. Com certeza, nadar naquelas condições seria difícil… Mesmo assim, como havia a previsão de que o mar baixasse e acalmasse para o domingo, estava praticamente decidido que a natação poderia ser realizada com segurança. A alternativa seria uma corrida de 2km pela areia.

No domingo pela manhã, cerca de 1h antes da largada os bombeiros deram ok para a realização da natação mas que eles tinham reduzido um pouco o percurso. Relaxei! Se os bombeiros disseram que está ok, é porque está ok!

Peguei minha roupa de borracha e me encaminhei pra praia, onde estava o pórtico de largada. Fiquei tenso novamente!!! O mar parecia uma máquina de lavar. Daquelas velhas que chacoalham tanto que vão andando pela casa…

Resolvi perguntar eu mesmo para um dos bombeiros se estava realmente tranquilo para entrar e sair e a resposta foi simples: “Entra pelo canto que rapidinho vc chega na primeira bóia. Depois que contornar a segunda pode mirar o pórtico e voltar em linha reta que vc vai cair direto na vala que vai te trazer de volta.” Relaxei mais uma vez!

Até que os bombeiros foram pegar o bote (daqueles infláveis com um motor de popa) pra entrar no mar. Quase não conseguiram! O bote quase virou umas 3 vezes e eles tiveram que chegar uns 500m pra longe do lugar onde ele tinha me mandado entrar pra poder vencer a arrebentação. De bote. Com motor. Fiquei bem tenso de novo!

Quem tá na chuva é pra se molhar, então, lá fui eu pra trás do pórtico esperar a largada. Quando toca a buzina, vc para de pensar e simplesmente vai!!! Corri para o canto, lembrando a “dica” do bombeiro, e demorei demais pra vencer a arrebentação. Contornei as boias, mirei no pórtico pra sair em linha reta, como disse o bombeiro. Outra eternidade pra conseguir voltar!!!

OBS: Pela primeira vez pensei em desistir de uma prova de triathlon por causa da natação!

Geralmente só consigo “encaixar” a respiração depois de uns 100m de prova, quando o coração acalma, mas dessa vez a natação foi tão tensa, mas tão tensa, que eu não consegui, em NENHUM momento, “encaixar” a respiração. Terminei a etapa sem conseguir uma sequência razoável de braçadas… Toda hora tinha que dar umas braçadas de peito pra colocar o ar pra dentro…

Depois de sair da água, fui pra transição com toda a calma pra tentar reduzir os batimentos. Acabei fazendo uma T1 bem rápida pros meus padrões e parti pro pedal pra tentar fazer o melhor possível.

Comecei a pedalar forte e, sem contratempos, fiz uma média de 32km/h com alguns momentos de vácuo, que nesta prova é permitido. Poderia ter me beneficiado muito mais disso, porém, eu queria ficar com a cara no vento. Lembra que minha meta é o 70.3 de Foz? Pois é, lá tem que ser com a cara no vento.

Só não fiquei o tempo todo com a cara no vento pq às vezes é bom dar uma descansada, mesmo que não ganhe velocidade. Minha perna estava bem pesada do pedal de sábado.

Chegando na T2, eu estava num pelotão com certa de 10 atletas. Quando fizemos o último contorno antes da área de desmonte, todos foram reduzindo e descendo com calma das bikes. Passei todo mundo e fiz uma descida “profissa”. Já tinha tirados os pés da sapatilha e do jeito que cheguei, pulei da bike e continuei correndo. Passei esses 10 aí só no desmonte da bike. Essa  parte foi a mais legal!!! Rs

Parti pra correr também na tentativa de forçar o quanto pudesse mas as pernas já estavam bem cansadas. Já tinha acumulado o pedal de sábado com o pedal da prova. Mesmo assim, consegui manter um ritmo legal pra fechar os 5km um pouco abaixo dos 25mim.

Meu tempo total acabou sendo 1h22min. Meu melhor tempo de short!

Rio Triathlon etapa 2 - 2014

Fiquei satisfeito principalmente com a corrida mas o pedal não decepcionou. Isso foi bom! Sobre a natação, o único comentário que posso fazer é: tenho que aprender a nadar! E é urgente!!!

Diversão chegando…

15 de agosto de 2014 1 comentário

…mas ainda não é o 70.3 de Foz!!!

Esse domingo é dia da 2ª etapa do Estadual de Triathlon e lá estarei eu novamente…

Rio Triathlon

Dessa vez tenho a desculpa perfeita pra minha lerdeza natural: faltam só duas semanas pro 70.3 de Foz e não posso correr riscos desnecessários… 😀

Brincadeiras à parte, vou realmente tentar fazer a prova da melhor maneira possível. Tô encarando como uma excelente oportunidade de fazer um treino de transição com toda a estrutura e estresse de uma prova.

Vai ser excelente!!!

O único porém, é que pra não atrapalhar meus treinos pra Foz, no sábado, amanhã, véspera da prova, preciso fazer meu último longo de bike. E ele tem que ser feito por vários motivos, dentre os quais, o principal é o teste da nova posição do guidon que estou muito esperançoso de que resolva o problema das minhas dores no pescoço.

Muito provavelmente estarei com as pernas bem pesadas no domingo mas quem está na chuva é pra se molhar.

Ahh, e nesse meio tempo tô tentando pedalar sempre que possível. Não deu pra ir nadar? Pedal! Não deu pra ir correr? Pedal! Tudo isso no rolo mesmo que é o que dá!!!

bi1

Vamos que vamos!!!

1ª etapa – Estadual de Short Triathlon 2014 – A prova

28 de abril de 2014 10 comentários

Eu sempre falo que não vou fazer essa prova porque não gosto da distância Short (750m swim / 20km bike / 5km run) mas acabo sempre me inscrevendo…

Dessa vez não foi diferente: reclamei que só tinha Short, que a inscrição estava cara, que o pedal naquele circuito é perigoso etc, etc, etc e me inscrevi.

Aqui no Rio de Janeiro, estamos vivendo um drama no triathlon. Sempre tivemos provas nas distâncias Short e Olímpica mas atualmente, com as mudanças na Cidade Olímpica, principalmente a derrubada do Elevado da Perimetral, onde ocorria a maior parte da prova de ciclismo, só temos o Short, e olhe lá, já é até muito… Aí, com a falta de opções de provas mais próximas acabo me inscrevendo nessas mesmo…

 

Chega de mi mi mi, vamos à prova.

Já no sábado, durante a entrega dos kits, falava-se que o mar na Barra da Tijuca, praia ao lado do Recreio dos Bandeirantes, onde ocorre a prova, estava alto e existia uma expectativa de não ocorrer a natação. Pouco provável já que a natação ocorre na divisa entre as praias do Recreio e da Macumba e esta divisão é feita por uma enorme pedra na água, logo, se a corrente está pra um lado, o outro fica “abrigado” pela pedra. Essa é a lógica e ela costuma funcionar… Costuma…

No dia da prova, chegando na área de transição, nem estava mais lembrando disso quando escutei comentários de que daria pra fazer a natação sim pq o mar estava seguro! Fiquei tranquilo mas é bom deixar claro que da área de transição não é possível ver o mar…

Tralhas arrumadas e fui eu pra praia. Olhei pro mar e achei algo estranho. Apesar de o mar estar calmo, tinham vários surfistas na água… É, a calmaria era temporária. De tempos em tempos vinha uma sequencia de ondas que, confesso, me deixaram meio apreensivo.

Deu a largada e parti pra dentro, chegando na primeira boia muito rápido, contornei a segunda e só faltava voltar pra areia. Aí é que estava o problema… Eu devia estar no meio de uma “corrente de retorno” e demorei muito pra conseguir chegar de volta à praia… No final ainda consegui tomar um “caixote” enquanto tentava colocar os pés no chão… Saí tão exausto da água que fui até a T1 caminhando lentamente (deve ter uns 400m de distância da praia até a T1) pra tentar recuperar o fôlego.

Tirando a parte da caminhada, até que minha transição foi rápida.

Saí pra pedalar e tentei fazer o melhor que pude. Fiz força o tempo todo e acabei o pedal com uma média de 32,6km/h. Apesar de ainda ser uma média bem baixa pra uma prova dessas, isso pra mim foi o máximo! E fiquei feliz!!! Feliz por dois motivos:

  1. Consegui terminar o pedal sem me envolver em acidentes (sim, as provas aqui tem sempre tido algum acidente feio e nessa não foi diferente), e
  2. Melhorei consideravelmente minha média em relação à última prova mesmo sem fazer treinos específicos pra isso…

Larguei a bike e parti pra corrida também com uma transição que considero bem razoável pro meu nível.

Comecei a correr e, como de costume, algumas dores apareceram pra me lembrar que pedalei mais forte do que de consigo. Só que também já consegui aprender que a maioria dessas dores são psicológicas.

Aos poucos esqueci completamente a dor e consegui acelerar um pouco pra no final fechar com um pace médio de 5:20min/km o que pra mim também foi bem legal também…

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Tempo total de 1h20min que me deixou bem satisfeito mas não dá pra se iludir. A natação tinha 150m a menos do que deveria, o que ajudou bastante a fazer esse tempo mas o que me deixou satisfeito foi o fato de eu ter reduzido 7min na soma bike e corrida.

Na próxima vou reduzir ainda mais!!!

Peraí, não vou mais me inscrever pra isso não… ;P  rsrsrs

 

Continuando a brincadeira…

11 de novembro de 2012 Deixe um comentário

14 dias depois do Ironman 70.3 Miami posso dizer que os treinos praticamente não aconteceram depois da prova…

Desde a prova no dia 28/10, nunca mais entrei numa piscina, pedalei não mais do que 30min no rolo em duas ocasiões e fiz 3 giros de corrida onde o mais longo deles foi de 6km…

É assim que vou partir, na quinta-feia 15/11/2012 para a 3ª etapa do Campeonato Estadual de Triathlon Olímpico do RJ.

Tudo bem que meu principal objetivo é a diversão mas é que não gosto de ficar sofrendo durante as provas, é por isso que eu treino: para não sofrer…

Não estou ligando muito pq realmente o corpo está precisando de um refresco e eu tinha prometido pra mim mesmo que o mês de novembro seria de poucos treinos e leves.

A prova do estadual vai servir apenas pra rever os amigos e dar uma força para outros que estão, nesta prova, iniciando no triplo esporte… Alguns deles até por minha culpa…

A partir do dia 16/11/12 os treinos ficarão restritos à natação e à musculação durante a semana e giros leves de pedal e corrida nos finais de semana e esses, muito mais pra sustentar o vício nesses esportes do que manter o treinamento…

Depois dessa fase, em 01/12/12, começam os treinos focados no Ironman Brasil 2013 e aí sim o bicho vai pegar… Vai ser foco total para tentar fazer a minha melhor prova de triathlon lá em Floripa…

Vamos ver no que vai dar…

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