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Maratona do Rio 2017 – A Prova

21 de junho de 2017 1 comentário

Em primeiro lugar é preciso dizer que me inscrevi nessa prova na empolgação da festa… Estava lá em Floripa, na véspera do Ironman quando descobri que abriram novas vagas para a prova que aconteceria em 3 semanas. Como o término das inscrições tinha sido minha “desculpa” pra não fazer a prova, dessa vez não tive como não me inscrever… 😀

Logo depois de terminar o Iron, o pensamento era: “Por que me inscrevi pra uma maratona daqui a 3 semanas?”.

Feita a besteira (de me inscrever), o objetivo agora era recuperar as pernas pra maratona. Das 3 semanas que eu tinha pra me recuperar, o que aconteceu foi o seguinte:
– 1ª semana inteira sem fazer absolutamente nada;
– 2ª semana nadando e pedalando leve, sem corrida ainda;
– 3ª semana incluí novamente a corrida pro corpo lembrar o que era aquilo…

Mesmo com todo esse descanso, a “ordem” era parar na prova casa sentisse algum desconforto ou estivesse muito cansado.

Dado este cenário, a prova pra mim não tinha absolutamente nenhum “peso”. Era só diversão… E foi tanta diversão que me dei ao luxo de ir na expo nos 3 dias que antecederam a prova. Andei, comprei, fiz social, enfim, me diverti!

No dia da prova, a estratégia era simples: me manter no ritmo de conforto até que o conforto acabasse ou a linha de chegada chegasse… Rs. O que acontecesse primeiro… hahaha
A linha de chegada “chegou” primeiro… Rs

Eu gosto muito de usar o monitor cardíaco. Não me baseio nele pra treinar, mas gosto de observar o que está acontecendo… Nessa prova, corri com os batimentos cardíacos baixinhos até a primeira subida, que acontece no km 23, mais ou menos.

Comecei no Recreio, dei a volta na Praia da Macumba, retornei ao Recreio e passei  a Reserva e a Barra da Tijuca com um ritmo muito legal e os batimentos lá “no chão”… Sensacional, eu estava me divertindo!!!

Depois da primeira subida, do elevado do Joá, consegui fazê-los retornar pro nível anterior e cruzei a praia de São Conrado com tranquilidade pois logo à frente viria a pior subida do percurso…

Subi bem a Av. Niemeyer, e depois dela os batimentos já estabilizaram num nível mais alto, porém, ainda num patamar bem tranquilo comparado com uma corrida forte. Mas aí já estávamos passando do km 30…

Nessa altura, já estava confiante de que eu iria até o final da prova. Estava tudo fluindo muito bem… Incrivelmente bem…

No Leblon encontrei amigos que correram comigo por um tempo e depois saíram…

Estava tão focado que nem percebi Ipanema ficando para trás…

Copacabana veio com um vento que quase levou meu boné embora (logo o que eu tinha acabado de comprar na expo… rs).

Quando virei na Av. Princesa Isabel pra sair de Copacabana já sabia que estava ali o meu melhor tempo de maratonas, sim, meu PB (Personal Best) estava a 4km de distância… Foi aí que parei de pensar no conforto e comecei a pensar em acelerar…

Passei feliz pela Praia de Botafogo e entrei no Aterro do Flamengo com a velocidade que dava mas já não conseguia esconder a felicidade.

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Por volta do km 41… Não precisa falar nada, né?

Acenei para alguns fotógrafos mas o sorriso estava direto no rosto…

Finalmente cruzei a linha de chegada com o meu melhor tempo da vida em maratona…

Ok, não é um espetáculo de tempo mas é o meu melhor… E a satisfação em fazer o seu melhor é inigualável…

Essa foi minha história do Recreio até o Aterro do Flamengo… Quando a gente menos espera, milagres acontecem… Faça a sua parte e vai pra dentro…

Vamos em frente!!!

 

Que ano estranho!!!

2 de janeiro de 2017 2 comentários

Depois de um longo ano sem notícias, pretendo retomar este espaço e acho justo que para isso, eu, no mínimo, conte o que foi o ano de 2016.

Se eu tivesse que descrever o ano de 2016 com uma única palavra, certamente essa seria: “Estranho”!

Em 2016 aconteceu “quase” tudo. Na vida profissional, na vida pessoal, nos esportes, na política, enfim, na porra toda… “Quase” tudo que a gente sempre achou que não fosse acontecer, aconteceu em 2016…

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Obviamente vou me ater aos esportes aqui neste espaço…

Por incrível que pareça, apesar de várias coisas terem acontecido, uma única coisa acabou não acontecendo pra mim e senti muita falta: o triathlon. Em 2016, apesar de ter planejado fazer umas provas de triathlon no segundo semestre e até mesmo chegado a me inscrever em algumas, não consegui sequer largar em nenhuma delas… NENHUMA!

O que aconteceu foi o seguinte: No começo de 2016, já treinando pras provas que viriam pela frente, decidi que deveria fazer a cirurgia de desvio de septo. Como em 2015 eu tinha sofrido bastante com seguidas sinusites, acabei convencido de que isso diminuiria bastante após a cirurgia.

Dado todo o processo para a preparação e liberação da cirurgia e acrescentando que já tinha algumas provas que gosto muito programadas no primeiro semestre, fiz tudo para que a cirurgia ocorresse na primeira semana de junho, logo depois da Maratona do Rio, porém, o plano de saúde foi enrolando, enrolando e não parava de enrolar para liberar o material solicitado pelo cirurgião que só consegui operar através de uma liminar no final de setembro. Essa incerteza acabou comprometendo as provas de triathlon que havia programado.

Como me dediquei à maratona no primeiro semestre, o segundo seria com provas de short, olímpico e meio Iron (este último cheguei a me inscrever e tive que pedir o reembolso de 50% do valor em função da impossibilidade de participação por causa do atraso na cirurgia).

Vida que segue e, com o nariz novo, vamos em frente pra saber se melhorou mesmo ou não…

Mesmo com um segundo semestre praticamente sem provas, o primeiro semestre acabou sendo legal.

Muito treino e poucas, porém bem escolhidas, provas.

Consegui neste período melhorar meu tempo de meia maratona em 3min e meu tempo de maratona em 11min. Parece pouco mas pra mim foi uma vitória considerável. Eu sei que os tempos ainda são ridículos e tenho muito asfalto pela frente pra poder considerar que faço provas razoáveis mas acho que estou no caminho certo.


Já no comecinho do segundo semestre, ainda na briga pela cirurgia, acabei participando da minha primeira prova de ciclismo de estrada. Era uma prova curta, praticamente toda escalando e posso dizer que me diverti bastante. No começo da prova, ainda no trecho plano, fiquei com um certo receio pq não estou acostumado a andar em pelotões de ciclismo e a proximidade incomodava um pouco mas logo depois começa a subida e os ciclistas vão dispersando… Aí é só fazer força pra girar os pedais e tá tudo resolvido… Pena que não tenho força, mas… O que vale é que realmente me diverti e espero repetir a dose em 2017…

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Copa Rio de Ciclismo – Itaipava

Pra fechar o ano, já recuperado da cirurgia e voltando aos treinos, fiz minha primeira prova de trail… Foram só 10km mas que subiam 900m e tive realmente que sujar meus tenis pra chegar no final… Foi divertido tb…

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OBS: Não vou nem comentar que em 2016 foi ano de Olimpíadas na minha cidade! Ou melhor, vou fazer um único comentário: A coisa é sensacional!!!

E pq 2016 foi estranho??? Simples: aconteceram várias coisas boas num ano em que muitas coisas ruins aconteceram… Isso me faz ficar na dúvida se foi um ano bom ou um ano ruim, mas acho que no final das contas o saldo acaba sendo positivo…

De qq maneira, vamos esperar que 2017 seja muito melhor… Vamos com tudo!!!

FELIZ ANO NOVO!!!

Desafio do Dunga – As provas

21 de janeiro de 2015 3 comentários

Sim, pra variar estou muito atrasado pra falar sobre o tema… Ahh, e é longo…

Mas é melhor agora do que nunca… Vai que alguém está na dúvida sobre fazer ou não a prova? Ainda dá tempo de ler minhas “observações” e decidir que sim, vale a pena fazer a prova sim!!!

Minha principal e mais importante observação é: Nunca senti tanto frio! Ok, eu sou realmente friorento e de certa maneira, a culpa é minha. Olhava as previsões do tempo antes de ir e a mínima prevista estava em 10°C no dia mais frio, que seria a quinta-feira, dia da prova de 5km.

Convenhamos, 10°C nem é tão frio assim e foi isso que pensei. De qualquer maneira, coloquei na mala um gorro, umas luvas, uma calça, uma segunda pele e umas camisas a mais, caso precisasse, largaria com duas e tiraria uma ao longo do percurso… A ideia era excelente, porém, não deu muito certo, pelo menos pra mim… rs

Vamos às provas:

5km – Quinta-feira, 08/01/2015

A largada prevista para às 6h da manhã e meu curral de largada era o A, ou seja, o primeiro. Acreditem, isso faz toda a diferença! Se tiverem alguma comprovação de tempo que possam mandar, não deixem de fazer, é fundamental!

Eles pediam pra chegar com 1h de antecedência e eu cheguei ao Epcot por volta das 5h10min. Era muito frio que estava fazendo nessa hora… Muito mesmo… Quando saí do carro, dei dois passos e voltei. Por um momento pensei se valeria a pena continuar naquela doideira ou simplesmente voltar pro hotel e abandonar tudo! Sabiamente decidi continuar na loucura… Afinal, saí daqui do Brasil pra ir lá correr…

Era tanto frio que as pessoas só andavam em grupo pra tentar aproveitar o calor umas das outras… Não tive coragem de deixar meu casaco no guarda volumes e decidi correr com ele… minhas mãos, mesmo com luvas, doíam de tanto frio que estava sentindo, foi realmente muito tenso… Tão tenso que em determinado momento tomei a decisão de esperar a largada dentro de um banheiro químico. Pois é, fiquei por uns 10min dentro de um banheiro químico simplesmente pra tentar sentir menos frio… Felizmente ele estava limpinho e consegui sobreviver a essa outra loucura…

Faltando 10min pra largada fui para o curral… Fiz tudo que era possível pra tentar me aquecer mas não dava…

O hino dos EUA foi cantado e o silêncio dos corredores e torcedores, sim, tinham torcedores, é emocionante. Impressionante como eles respeitam o hino nacional!!!

A largada é sempre com uma pequena queima de fogos o que é muito legal! E a queima de fogos ocorre na largada de todos os currais, não é só do primeiro não…

Sobre os 5km em si, não tem muito o que dizer, foram corridos por dentro do Epcot e estacionamento. Em todos os momentos é possível parar para tirar fotos com os personagens que ficam pelo percurso animando os corredores… Infelizmente não parei nenhuma vez. Só pensava em acabar logo com aquilo e ir pra um chuveiro de água fervendo…

Terminei a prova com pouco mais de 29min sem derramar nenhuma gota de suor. Pior foi ver que quando eu cheguei, tinha gente estava começando a correr… Acho que eu teria morrido de frio…

Pra quem quiser ver os dados desta prova está no STRAVA aqui neste link.

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Depois fiquei sabendo que a temperatura era de 3°C com sensação térmica de -4°C, isso mesmo: MENOS 4 GRAUS CELSIUS…

Fui pro hotel, banho fervendo e parque!

No final do dia voltei na expo da prova pra tentar comprar mais um gorro e mais uma luva. Foi até difícil encontrar, estavam vendendo mais que água… rs

A luva eu usei por cima das minhas mesmo e o gorro, como eu tb tinha um, abri o “tampo” da cabeça e usei no pescoço… rs. Eu sei que parece coisa de louco, mas…

10km – Sexta-feira, 09/01/2015

Dessa vez a largada estava prevista para ocorrer às 5h30min, ou seja, meia hora antes… Imaginei que seria mais frio ainda e acabei saindo do hotel no mesmo horário pra tentar esperar um pouco menos no frio… Estacionei por volta das 5h e achei a tática excelente. Fiquei menos tempo exposto ao frio, que nesse dia já era menor, e consegui me senti melhor…

Ahh, vale lembrar que eu estava com a mesma quantidade de roupa do dia anterior, mais um “gorro” no pescoço e mais um par de luvas, ou seja, duas luvas.

De novo minha largada era no curral A e faltando 10min me posicionei, “aqueci” e fui…

O começo de prova com essas temperaturas baixa é sempre muito lento… Cada passada parece que tem alguma coisa errada. Tudo dói…

Depois de alguns kms, consegui colocar meu ritmo e no final já estava bem confortável.

Dessa vez o percurso pegou um pouco mais das estradas próximas ao Epcot e um parte maior do parque.

Terminei a prova com pouco mais de 59min e também controlando o ritmo de maneira a não me cansar muito pros próximos dias e ao mesmo tempo ficar o mínimo possível exposto ao frio intenso…

Pra quem quiser ver os dados desta prova está no STRAVA aqui neste link.

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Como no dia seguinte, fui pro hotel, banho fervendo e parque!

No final desse dia resolvi voltar pro hotel mais cedo. Estava começando um resfriado que me fazia querer muito mais a cama do que qualquer outra coisa. Precisava dormir um pouco mais do que as 4h de sono das duas últimas noites… rs

21km – Sábado, 10/01/2015

Com largada novamente às 5h30min, resolvi não mudar a tática do dia anterior e saí do hotel no mesmo horário. Estacionei meu carro também por volta das 5h e quando fui pra área de largada descobri que, apesar de o estacionamento ser o mesmo, o local das largadas de 21 e 42km são diferentes das de 5 e 10km…

Dessa vez meu curral era o E (pra quem acha que E é muito atrás, me lembro de ter visto até a letra Q) e eu não seria o primeiro a largar. Fui com calma até a largada e acabei descobrindo que era bem longe. Conclusão, quando cheguei e entrei no E, já tinha tudo andado pra frente e acabei largando do G. Ok, o que vale, no final das contas é o tempo líquido mesmo…

Como no dia anterior, a vestimenta estava reforçada.

Aqui já se percebe uma diferença na largada. Os fogos, que eram poucos nos 5 e 10km já haviam aumentado. Os locutores tinham vários adjetivos iniciando com a letra do próximo curral a largar e realmente eles conseguem te motivar. É impressionante!

Quando deu a largada do meu curral, a tática de prova foi exatamente a mesma: começar devagar até as dores sumirem e ir buscando o ritmo confortável até terminar a prova. Acho que nunca consegui colocar tão bem em prática uma tática de prova como nessas…

Continuando, por volta dos 10km comecei a sentir um pouco de calor e tirei uma “camada” de luvas. Logo depois pensei em tirar o casaco mas o cinto com o número estava por cima e fiquei com preguiça… Acabou que esta foi uma decisão sábia. Por volta do km 17 meu calor passou e vi várias pessoas recolocando os casacos… Sorte de friorento preguiçoso… 😉

Nessa prova, saímos do Epcot fomo até o Magic Kingdom e voltamos. É impressionante entrar no Magic Kingdom de noite, com o castelo aceso e uma multidão que estava lá apenas pra torcer por nós!!! Naquele frio, jamais imaginei que teria alguém lá torcendo. Que engano absurdo! Nunca vi tantos torcedores assim nem nas provas aqui no RJ na beirada da praia… Foi muito emocionante. Corri a Main Street toda com o braço esquerdo esticado fazendo “hi five” com os torcedores… Aprendi também que existe lá o “hi four” já que o Mickey só tem 4 dedos!!! Rs.

Como de costume, fui no conforto e acabei terminando a prova em pouco mais de 2h01min. Boa parte da missão já estava cumprida, faltava “só” a parte mais importante: A Maratona!!!

Pra quem quiser ver os dados desta prova está no STRAVA aqui neste link.

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Hotel, banho quente e parque mais uma vez!!!

Dessa vez tive febre no final do dia! Minha irmã, que também foi pra lá, médica e precavida que é, me entupiu de remédios no final do dia e fui dormir mais cedo ainda…

42km – Domingo, 11/01/2015

Dizem que cachorro mordido de cobra tem medo até de salsicha, então, com a largada marcada para o mesmo horário, 5h30min, que eu consegui chegar atrasado na véspera, resolvi sair do hotel 20min mais cedo, só pra garantir…

Ainda bem que tomei essa decisão: estava um MEGA engarrafamento pra chegar ao estacionamento do Epcot. Eu abria o vidro no engarrafamento pra perguntar pros carros do lado se era aquele mesmo o caminho (com algumas ruas fechadas para a prova, o GPS não servia pra nada) e percebi que todos ali estavam ainda mais nervosos que eu com a possibilidade de não conseguir chegar a tempo pra prova!

Depois de muita tensão, consegui finalmente estacionar. Quando saí do carro vi os fogos da largada. Olhei pro relógio e eram exatamente 5h30min.

Nesse dia estava menos frio e decidi deixar meu casaco no guarda volumes. Ponto positivo também pra organização deles e pra boa vontade dos voluntários. Não gastei nem 30s pra deixar meu casaco lá e nem outros 30 pra pegar no final da prova!

Saí correndo alucinadamente pra largada e adivinhem: quando cheguei lá só consegui entrar no curral G de novo!!! Melhor no G do que não conseguir entrar, não é???

Dada a minha largada, com mais fogos ainda do que na meia, comecei devagarzinho e fui acelerando até chegar à minha velocidade de conforto…

Nesse percurso passamos por Magic Kingdom, Animal Kingdom, Walt Disney World SPEEDWAY, ESPN Wide World of Sports, Hollywood Studios e finalmente Epcot Center…

Foi sensacional! Em cada um dos parques uma multidão de pessoas estavam nos esperando pra torcer… Fantástico!!!

A Maratona, pra mim, é a rainha das corridas. Não basta estar bem treinado fisicamente. É preciso também estar treinado mentalmente.

Eu conheço meu ritmo confortável, porém, o receio por já ter 36km acumulados nas pernas dos 3 dias anteriores me fez ser um pouco mais conservador do que de costume. Fechei a prova com 4h14min e no meu garmin deu 500m a mais do que deveria, portanto, o pace médio foi de 5:57min/km. Mais lento do que de costume, porém, melhor do que eu imaginava.

Incrivelmente o cansaço só chegou lá pelo km 40 e, convenhamos, correr 2km depois dos 76 que já tinham ficado pra trás não faz nem cócegas… Fingi que nada estava acontecendo e corri até a chegada sem estresse…

Pra quem quiser ver os dados desta prova está no STRAVA aqui neste link.

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Hotel, banho quente e parque mais uma vez!!!

Ahh, dessa vez teve direito a foto ostentação:

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A impressão geral é: se você puder fazer essa prova, faça! É muito legal!

Meu único porém é que viajar pra lá nessa época do ano é bem mais caro do que, por exemplo, fevereiro. A diferença de preço das passagens é assustadora, mas…

Vamos que vamos que agora já passou da hora de começar os treinos do Iron…

2014 ficou pra trás…

3 de janeiro de 2015 Deixe um comentário

O ano de 2014 se foi…

Foi um ano de provas interessantes e treinos nem tanto…

Tempo

Ano de pouco tempo pra treinar e menos ainda pra escrever aqui…

Mas, no fundo, foi um ano legal…

Fiz provas bacanas, tive resultados compatíveis com o que treinei, fiz amizades novas (reais e virtuais), aproveitei o que tinha pra aproveitar, sofri com o que tinha que sofrer e me diverti demais com o que tinha que me divertir…

Mas e de ruim, o que teve??? Sei lá, prefiro lembrar do que foi bom… E sinceramente, não me lembro de nada tãão ruim assim que seja digno de recordação…

Vamos com tudo pra 2015 pq esse sim, vai ser sensacional, vem aí o Desafio do Dunga, o 70.3 de Brasília e novamente o Ironman Brasil – Florianópolis!!! Quem sabe não rola uma sorte e eu consigo ser sorteado pra Maratona de Nova Iorque??? Sei lá né???

Medida

Os números de 2014 foram:

Natação – 115km

Bike – 2.155km

Corrida – 1.510km

São números muito baixos pra quem fez um 70.3 (Foz do Iguaçu), uma Maratona (Rio) e agora, no comecinho de janeiro vai correr o Desafio do Dunga.

Provavelmente, se tudo correr bem, na metade de 2015 esses números já terão sido superados… rs

É torcer pra que tudo dê certo e cair dentro.

Tomara que o 2015 de vocês seja igual ao meu: sensacional!!!

Fui!

Altos e baixos…

13 de outubro de 2014 4 comentários

A vida é cheia de altos e baixos… E nos esportes não poderia ser diferente…

gangora

Um dia você está se sentindo bem. Nada, pedala e corre como se fosse ninja. No outro dia afunda na natação, cai da bike e tropeça correndo… Faz parte!

Depois da Maratona do Rio, comecei a focar um pouco mais na velocidade pro 70.3 de Foz… Acabou não dando muito certo já que a prova não foi exatamente o que eu esperava mas, com certeza, eu estava um pouco mais rápido…

Não era o período mais rápido da minha vida mas certamente era um período rápido… (para os meus padrões, obviamente).

Desde que passei a fazer meus treinos baseados na frequência cardíaca, como diz o livro do Phill Mafetone, as coisas têm evoluído de maneira interessante…

Para dar uma ideia, outro dia precisava fazer um treino de 60min na frequência de 165bpm. Corri pouco mais de 12km, o que dá um pace médio de 4:55min/km. Acreditem, isso pra mim é rápido. Ainda mais com o limite de 165bpm.

Alguns dias depois fui participar da etapa primavera do Circuito das Estações aqui no Rio. Prova de 10km que eu não ia precisar me preocupar com a frequência cardíaca mas resolvi tentar manter sempre abaixo de 175bpm. Imaginava eu que poderia sair alguma coisa perto de 4:45 ou 4:50min/km… Mega engano!!! Fiz a prova toda no 175 com picos de 180bpm e o pace médio ficou em 5:11min/km… Que sinistro…

São tantas variáveis que influenciam esses resultados que fica complicadíssimo descobrir o que aconteceu… Temperatura? Noite mal dormida? Pernas cansadas? Expectativa pela corrida? Sei lá…

De qualquer maneira, acho que a coisa tá melhorando sim… Mas bem que eu podia dar a sorte de coincidir um dia “alto” com uma provinha… Só pra dar o gostinho de fazer rápido… rsrsrs

Dizem que a sorte acompanha quem se dedica… Tô tentando me dedicar um pouco mais… rs

O Dunga vem aí…

20 de setembro de 2014 9 comentários

Nãããão… Não estou falando do Dunga novo técnico da nossa Seleção de futebol…

Tô falando do verdadeiro Dunga, aquele dos Sete Anões… A próxima prova “interessante”, digamos assim, é o Desafio do Dunga (Dopey Challenge) e vai rolar em Janeiro de 2015 na Disney.

Pra quem não conhece, 2015 é o segundo ano que esta prova vai acontecer e ela nada mais é do que uma pequena adaptação do outro desafio da Disney, o do Pateta (Goofy Challenge)!!!

O Pateta consiste em correr uma meia maratona no sábado e uma maratona no domingo. Nesse ano teve pela primeira vez o Dunga, que nada mais é do que correr 5km na quinta, 10km na sexta, meia maratona no sábado e a maratona no domingo! Serão pouco mais de 78km em 4 dias!!! Garantia de diversão!

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Todas as corridas ocorrem dentro dos parques da Disney e, durante o percurso, é possível encontrar vários personagens… Reza a lenda que em alguns momentos chega a ter fila de corredores para tirar foto com os personagens durante a prova… Não sei se vou entrar nessas filas, mas…

Fato é que, depois de um pequeno período de descanso, posso falar que os treinos pra esta prova já estão rolando. Será inevitável dar uma reduzida no pedal. Pelo menos o de sábado, que normalmente rolava na estrada, fica totalmente comprometido! Não vou parar com o pedal durante a semana pq acho que consegui uma evolução bem interessante e não queria perdê-la. Ano que vem tem o Iron novamente e juro que, dessa vez, vou tentar cumprir os treinos direitinho pra poder terminar num tempo razoavelmente melhor do que o anterior, afinal, já conheço as condições de Floripa e acho que isso deve ajudar um pouco, somado ao fato de já ter uma “bagagem” maior, deve ajudar mais ainda. Mas se parar com o pedal agora pra só voltar em janeiro, vai tudo por água abaixo!!! Reduzir a natação significa parar com ela e isso está fora de cogitação!

Em princípio, a rotina vai continuar a mesma de sempre só substituindo o pedal de sábado por uma corrida. Pra ir me adaptando ao estilo do Desafio, nos sábados vou treinar (quase) sempre a metade da distância que treinarei no domingo. Ex: se no domingo tiver que rodar 20km, no sábado vou rodar 10km, e assim vai…

Quando tudo isso acabar, já entubo direto o início dos treinos pro Ironman Brasil 2015, que acontecerá em maio!!!

E pra finalizar lembrando do outro Dunga, agora sim o do futebol, vai uma frase bem famosa no “mundo dos triatletas”:

“Se fosse fácil o nome seria futebol…”

(Frase dita por um louco que provavelmente tem uma maneira de pensar muito parecida com a minha)

Com ou sem unhas???

15 de setembro de 2014 13 comentários

Essa semana fui desafiado via Instagram pelo grande triatleta Milton do blog “20 semanas” a mostrar os pés (no caso só um deles pq é pra usar um pé com o tênis que se usa pra correr e outro descalço).

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Isso tem se tornado uma febre no Instagram nos perfis de esportistas sérios ou de “final de semana”, como eu. Os que tem os pés destruídos sofrem bullying por esse motivo e os que não tem os pés destruídos também sofrem bullying por que não tem os pés destruídos… As piadas não acabam…

É impressionante como tem pé destruído aparecendo por lá… Desde os que faltam algumas unhas, passando pelos que tem as unhas pretas e terminando nos que são cheios de calos. Não estou falando de pés feios ou pés bonitos, estou falando de pés com as “marcas das batalhas” ou sem elas…

Fiquei com uma dúvida: será que tenho todas as unhas, elas são da cor normal e não tenho calos pq pego muito leve nos treinos e provas? Ou seria algo como eu não ter uma tendência a ficar com os pés destruídos? Ou será que isso é causado por tênis apertados/largos? Será que não tem a ver com as meias?

Minha vida inteira li e ouvi as pessoas reclamando que terminaram as provas com enormes bolhas de sangue, sem alguma unha etc e jamais tive problemas desse tipo. Óbvio que às vezes tenho uma bolhinha aqui e outra ali mas normalmente quando a corrida acontece na chuva…

Sempre achei que fosse um pouco de exagero mas agora pude perceber que a coisa é séria!

Será que temos realmente que carregar as “marcas das batalhas” nos nossos pés ou temos como evitar isso?

Se alguém conseguir responder às minhas dúvidas, agradeço bastante… Rs

Ahh, aproveita e bota a foto do pezinho pra jogo também… rs

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