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Maratona do Rio 2017 – A Prova

21 de junho de 2017 1 comentário

Em primeiro lugar é preciso dizer que me inscrevi nessa prova na empolgação da festa… Estava lá em Floripa, na véspera do Ironman quando descobri que abriram novas vagas para a prova que aconteceria em 3 semanas. Como o término das inscrições tinha sido minha “desculpa” pra não fazer a prova, dessa vez não tive como não me inscrever… 😀

Logo depois de terminar o Iron, o pensamento era: “Por que me inscrevi pra uma maratona daqui a 3 semanas?”.

Feita a besteira (de me inscrever), o objetivo agora era recuperar as pernas pra maratona. Das 3 semanas que eu tinha pra me recuperar, o que aconteceu foi o seguinte:
– 1ª semana inteira sem fazer absolutamente nada;
– 2ª semana nadando e pedalando leve, sem corrida ainda;
– 3ª semana incluí novamente a corrida pro corpo lembrar o que era aquilo…

Mesmo com todo esse descanso, a “ordem” era parar na prova casa sentisse algum desconforto ou estivesse muito cansado.

Dado este cenário, a prova pra mim não tinha absolutamente nenhum “peso”. Era só diversão… E foi tanta diversão que me dei ao luxo de ir na expo nos 3 dias que antecederam a prova. Andei, comprei, fiz social, enfim, me diverti!

No dia da prova, a estratégia era simples: me manter no ritmo de conforto até que o conforto acabasse ou a linha de chegada chegasse… Rs. O que acontecesse primeiro… hahaha
A linha de chegada “chegou” primeiro… Rs

Eu gosto muito de usar o monitor cardíaco. Não me baseio nele pra treinar, mas gosto de observar o que está acontecendo… Nessa prova, corri com os batimentos cardíacos baixinhos até a primeira subida, que acontece no km 23, mais ou menos.

Comecei no Recreio, dei a volta na Praia da Macumba, retornei ao Recreio e passei  a Reserva e a Barra da Tijuca com um ritmo muito legal e os batimentos lá “no chão”… Sensacional, eu estava me divertindo!!!

Depois da primeira subida, do elevado do Joá, consegui fazê-los retornar pro nível anterior e cruzei a praia de São Conrado com tranquilidade pois logo à frente viria a pior subida do percurso…

Subi bem a Av. Niemeyer, e depois dela os batimentos já estabilizaram num nível mais alto, porém, ainda num patamar bem tranquilo comparado com uma corrida forte. Mas aí já estávamos passando do km 30…

Nessa altura, já estava confiante de que eu iria até o final da prova. Estava tudo fluindo muito bem… Incrivelmente bem…

No Leblon encontrei amigos que correram comigo por um tempo e depois saíram…

Estava tão focado que nem percebi Ipanema ficando para trás…

Copacabana veio com um vento que quase levou meu boné embora (logo o que eu tinha acabado de comprar na expo… rs).

Quando virei na Av. Princesa Isabel pra sair de Copacabana já sabia que estava ali o meu melhor tempo de maratonas, sim, meu PB (Personal Best) estava a 4km de distância… Foi aí que parei de pensar no conforto e comecei a pensar em acelerar…

Passei feliz pela Praia de Botafogo e entrei no Aterro do Flamengo com a velocidade que dava mas já não conseguia esconder a felicidade.

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Por volta do km 41… Não precisa falar nada, né?

Acenei para alguns fotógrafos mas o sorriso estava direto no rosto…

Finalmente cruzei a linha de chegada com o meu melhor tempo da vida em maratona…

Ok, não é um espetáculo de tempo mas é o meu melhor… E a satisfação em fazer o seu melhor é inigualável…

Essa foi minha história do Recreio até o Aterro do Flamengo… Quando a gente menos espera, milagres acontecem… Faça a sua parte e vai pra dentro…

Vamos em frente!!!

 

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Que ano estranho!!!

2 de janeiro de 2017 2 comentários

Depois de um longo ano sem notícias, pretendo retomar este espaço e acho justo que para isso, eu, no mínimo, conte o que foi o ano de 2016.

Se eu tivesse que descrever o ano de 2016 com uma única palavra, certamente essa seria: “Estranho”!

Em 2016 aconteceu “quase” tudo. Na vida profissional, na vida pessoal, nos esportes, na política, enfim, na porra toda… “Quase” tudo que a gente sempre achou que não fosse acontecer, aconteceu em 2016…

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Obviamente vou me ater aos esportes aqui neste espaço…

Por incrível que pareça, apesar de várias coisas terem acontecido, uma única coisa acabou não acontecendo pra mim e senti muita falta: o triathlon. Em 2016, apesar de ter planejado fazer umas provas de triathlon no segundo semestre e até mesmo chegado a me inscrever em algumas, não consegui sequer largar em nenhuma delas… NENHUMA!

O que aconteceu foi o seguinte: No começo de 2016, já treinando pras provas que viriam pela frente, decidi que deveria fazer a cirurgia de desvio de septo. Como em 2015 eu tinha sofrido bastante com seguidas sinusites, acabei convencido de que isso diminuiria bastante após a cirurgia.

Dado todo o processo para a preparação e liberação da cirurgia e acrescentando que já tinha algumas provas que gosto muito programadas no primeiro semestre, fiz tudo para que a cirurgia ocorresse na primeira semana de junho, logo depois da Maratona do Rio, porém, o plano de saúde foi enrolando, enrolando e não parava de enrolar para liberar o material solicitado pelo cirurgião que só consegui operar através de uma liminar no final de setembro. Essa incerteza acabou comprometendo as provas de triathlon que havia programado.

Como me dediquei à maratona no primeiro semestre, o segundo seria com provas de short, olímpico e meio Iron (este último cheguei a me inscrever e tive que pedir o reembolso de 50% do valor em função da impossibilidade de participação por causa do atraso na cirurgia).

Vida que segue e, com o nariz novo, vamos em frente pra saber se melhorou mesmo ou não…

Mesmo com um segundo semestre praticamente sem provas, o primeiro semestre acabou sendo legal.

Muito treino e poucas, porém bem escolhidas, provas.

Consegui neste período melhorar meu tempo de meia maratona em 3min e meu tempo de maratona em 11min. Parece pouco mas pra mim foi uma vitória considerável. Eu sei que os tempos ainda são ridículos e tenho muito asfalto pela frente pra poder considerar que faço provas razoáveis mas acho que estou no caminho certo.


Já no comecinho do segundo semestre, ainda na briga pela cirurgia, acabei participando da minha primeira prova de ciclismo de estrada. Era uma prova curta, praticamente toda escalando e posso dizer que me diverti bastante. No começo da prova, ainda no trecho plano, fiquei com um certo receio pq não estou acostumado a andar em pelotões de ciclismo e a proximidade incomodava um pouco mas logo depois começa a subida e os ciclistas vão dispersando… Aí é só fazer força pra girar os pedais e tá tudo resolvido… Pena que não tenho força, mas… O que vale é que realmente me diverti e espero repetir a dose em 2017…

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Copa Rio de Ciclismo – Itaipava

Pra fechar o ano, já recuperado da cirurgia e voltando aos treinos, fiz minha primeira prova de trail… Foram só 10km mas que subiam 900m e tive realmente que sujar meus tenis pra chegar no final… Foi divertido tb…

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Uphill 900

OBS: Não vou nem comentar que em 2016 foi ano de Olimpíadas na minha cidade! Ou melhor, vou fazer um único comentário: A coisa é sensacional!!!

E pq 2016 foi estranho??? Simples: aconteceram várias coisas boas num ano em que muitas coisas ruins aconteceram… Isso me faz ficar na dúvida se foi um ano bom ou um ano ruim, mas acho que no final das contas o saldo acaba sendo positivo…

De qq maneira, vamos esperar que 2017 seja muito melhor… Vamos com tudo!!!

FELIZ ANO NOVO!!!

Altos e baixos…

13 de outubro de 2014 4 comentários

A vida é cheia de altos e baixos… E nos esportes não poderia ser diferente…

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Um dia você está se sentindo bem. Nada, pedala e corre como se fosse ninja. No outro dia afunda na natação, cai da bike e tropeça correndo… Faz parte!

Depois da Maratona do Rio, comecei a focar um pouco mais na velocidade pro 70.3 de Foz… Acabou não dando muito certo já que a prova não foi exatamente o que eu esperava mas, com certeza, eu estava um pouco mais rápido…

Não era o período mais rápido da minha vida mas certamente era um período rápido… (para os meus padrões, obviamente).

Desde que passei a fazer meus treinos baseados na frequência cardíaca, como diz o livro do Phill Mafetone, as coisas têm evoluído de maneira interessante…

Para dar uma ideia, outro dia precisava fazer um treino de 60min na frequência de 165bpm. Corri pouco mais de 12km, o que dá um pace médio de 4:55min/km. Acreditem, isso pra mim é rápido. Ainda mais com o limite de 165bpm.

Alguns dias depois fui participar da etapa primavera do Circuito das Estações aqui no Rio. Prova de 10km que eu não ia precisar me preocupar com a frequência cardíaca mas resolvi tentar manter sempre abaixo de 175bpm. Imaginava eu que poderia sair alguma coisa perto de 4:45 ou 4:50min/km… Mega engano!!! Fiz a prova toda no 175 com picos de 180bpm e o pace médio ficou em 5:11min/km… Que sinistro…

São tantas variáveis que influenciam esses resultados que fica complicadíssimo descobrir o que aconteceu… Temperatura? Noite mal dormida? Pernas cansadas? Expectativa pela corrida? Sei lá…

De qualquer maneira, acho que a coisa tá melhorando sim… Mas bem que eu podia dar a sorte de coincidir um dia “alto” com uma provinha… Só pra dar o gostinho de fazer rápido… rsrsrs

Dizem que a sorte acompanha quem se dedica… Tô tentando me dedicar um pouco mais… rs

Maratona do Rio 2014 – A prova

28 de julho de 2014 7 comentários

Finalmente chegou o dia da Maratona do Rio. Como tudo na vida, poderia ter sido melhor… Ou poderia ter sido muito pior… rs

Como a largada da prova é no Recreio e a chegada no Aterro do Flamengo (distância um pouco menor do que os 42km da prova*) fica impraticável ir de carro pra largada. Imagina ter que voltar lá pra buscar o carro depois??? Cruzes!!!

Maratona do Rio - 2014

Sabendo dessa dificuldade, a organização disponibiliza ônibus pra levar os corredores até a largada, mas, a minha querida empresa, que é quem paga minha inscrição pra essas provas (apenas as de corrida e apenas as que são aqui no RJ ok?) também disponibilizou um ônibus pra levar os seus “atletas” do Aterro do Flamengo até a Largada. O Ônibus sairia do Aterro às 5h da madrugada e para isso eu teria que acordar antes das 4h. Assim o fiz mas cabe lembrar aqui que é muuuito duro pra mim acordar a essa hora da madrugada. Muito duro! Mas ok, todos no ônibus e fomos.

Estava frio e, chegando no Recreio, uma leve garoa já caia sobre nós. Me abriguei embaixo de uma árvore e só fui pra área de largada quando faltavam 5 minutos. Um erro! Com isso, me posicionei muito atrás na largada e mesmo numa prova de 42km, acreditem, tem gente caminhando aos 3km de prova! Esse ano tinha realmente muita gente pra fazer a Maratona o que fez a largada ficar muito confusa pra quem largou lá de trás…

Praticamente os primeiros 10km foram corridos em zig-zag desviando da galera… Mas ok, faz parte…

O primeiro km foi muito lento, porém, os seguintes já vieram melhores e eu mantinha um pace médio de 5:40 sem me estressar muito. A ideia era passar a subida da Niemeyer descer no Leblon e daí pra frente, que era tudo plano, tentar manter um pace um pouco mais forte. Não deu! Rs

A Av. Niemeyer é a segunda e última subida da prova e começa +/- no km 27. Não é a coisa mais extensa do mundo mas subir 2km depois de 27km pode te causar problemas… Quando cheguei ali o pace médio estava em 5:41 (tinha acabado de passar pelo primeiro sobe e desce). Subi a Niemeyer no conforto e desci sem tentar compensar. Quando cheguei ao Leblon olhei novamente pro Garmin e não tinha subido mais do que 1 segundo de média. Excelente! Daqui pra frente era só soltar as pernas e seguir tranquilo até a chegada… Estava +/- no km 30.

Boa parte dos meus treinos longos é feito nesta parte do percurso (Leblon – Ipanema – Copacabana), ou seja, ali eu estava em casa. Só faltavam 12km, eu estava me sentindo inteiro! O Leblon tinha passado e eu conseguia manter um pace um pouco abaixo dos 5:40 pra tentar fazer a média voltar pra esse número. Lá pelo meio de Ipanema, quase no km 33, a coisa começou a mudar. Pra manter os 5:40 eu tinha que fazer muita força. Quando cheguei em Copacabana, era muito mais força e acabei vendo o pace entre o km 33 e o 38 chegar a passar dos 6:00, um deles, inclusive com o km 38 em 6:13.

 

Neste ponto, cruzei com conhecidos no caminho retornando após terem feito a meia. É incrível como isso é capaz de te empurrar. Daí pra frente o pace só foi melhorando (mesmo sem chegar nos 5:40 iniciais) e acabei fechando a prova com pace médio de 5:47 com o final da prova (500m depois dos 42k) em pace de 5:09.

 

No total, foram 4h05min (tempo do meu Garmin, não oficial) com a dose de sofrimento no limite.

 

É claro que poderia ter sido diferente. Tanto pra melhor quanto pra pior. Se fosse um pouco melhor, não teria o mesmo valor. Se fosse um pouco pior acho que eu teria abandonado.

Pouco depois de passar a placa de 11km minha panturrilha direita começou a doer. Resolvi ignorar, afinal, devia ser psicológico! Deste ponto até a linha de chegada a panturrilha permaneceu doendo. Fui pra casa e ela continuou doendo. Dormi, acordei no dia seguinte, fui pro trabalho, voltei, estou aqui escrevendo e adivinhem: Ela está doendo! Não era psicológico! Assim que cheguei fiquei um pouco chateado com a panturrilha. Poderia ter feito melhor se ela não tivesse começado a incomodar. Hoje, já sem a endorfina toda do momento, consigo enxergar que a culpa não é da panturrilha, coitada. Quem fez a panturrilha doer fui eu, que não treinei como deveria!

 

O que me deixa tranquilo nisso tudo é que a corrida te devolve exatamente de acordo com o que você fez no treino. Realmente eu tinha razão, os treinos não foram suficientes. Mas não tem mimimi, e nem milagre. Quem treina se da bem, quem não treina se arrasta.

 

Fica a lição: uma Maratona precisa ser respeitada e o treinamento tem que ser sério! É muito diferente das provas mais curtas… Muito mesmo!!!

 

No final da história, to feliz!

 

Medalha Maratona do Rio - 2014

 

*A largada da prova é no sentido contrário ao que devemos ir pra chegar ao Flamengo. Tem uma volta de 3km até passarmos novamente na largada para aí sim irmos em direção ao Flamengo. Por isso a distância do ponto de largada até o ponto de chegada tem menos de 42km.

Será verdade???

16 de julho de 2014 2 comentários

Faltam 10 dias pra Maratona do Rio e tenho a sensação de que na outra vez que fiz essa prova estava muito mais bem treinado. Mas será verdade???

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Resolvi fazer um balanço do que treinei quando fiz essa prova em 2012 e o que treinei para a prova deste ano. Considerei os 5 meses que antecederam a prova e alguns números começaram a surgir.

Realmente esse ano o volume foi cerca de 10% menor do que em 2012. Cerca de 700km em 2012 contra algo próximo a 630km neste ano (já estou contando aí com o treino de 16km do próximo final de semana, último antes da prova). Convenhamos, não me parece ser uma diferença tão absurda…

Em 2012 foram 51 treinos contra 47 este ano dos quais 10 longos em 2012 contra 9 em 2014.

Se for parar pra pensar direitinho, a situação não está tããão ruim assim. Ou não estava tão boa em 2012… Os 3 maiores treinos de 2012 foram de 30km (2x) e 34km (1x). Neste ano fiz 30km (1x), 32km (1x) e 34km (1x), ou seja, fiz até mais esse ano, sem contar que, em 2012, eu ficava acabado depois desses treinos e hoje em dia faço eles pela manhã e, na maior parte das vezes, de tarde já estou novinho.

Reza a lenda dos “esportes de longa distância” que “o corpo tem memória”, ou seja, uma vez “esticadas” as distâncias, seja em treinos ou provas, o corpo se acostuma com aquilo e o sofrimento diminui bastante, mesmo que os treinos não tenham sido lá essas coisas… Essa é uma excelente explicação do por que de eu não estar tendo muitos problemas nos treinos longos e to muito confiante de que isso é verdade… rs

Mas se a diferença nos treinos não foi algo tão gigante assim, pq a impressão de que foi? Simples: matei muitos treinos esse ano o que me causa essa sensação. Quando comparo o programado com o realizado, a coisa é assustadora.

Então, ficou mais confuso ainda??? Calma! Vou tentar explicar: o problema foi que em 2012 também não treinei como deveria. Naquele ano tive Síndrome da Banda Iliotibial durante os treinos e isso me impediu de realizar boa parte da planilha. Cheguei até a cogitar a possibilidade de não participar da prova por causa disso mas no final deu tudo certo.

E pensar que esse ano também cogitei não participar pq treinei pouco hein?!?!?!

Sabe de nada, inocente!!!

Foca nos treinos, Armando…

11 de julho de 2014 5 comentários

Como tenho comentado, está difícil treinar mas não estou no zero.

A ideia original era estar treinando pra Maratona do Rio e pro Ironman 70.3 de Foz do Iguaçu. Isso mesmo, tudo junto e misturado…

A maratona vai acontecer dia 27/07 e o 70.3 de Foz dia 30/08, ou seja, praticamente 1 mês depois.

Nessa altura da “preparação” já era pra eu estar prontinho pra maratona e, ao mesmo tempo, chegando no pico dos treinos pro 70.3, obviamente, com um volume de corrida muito maior do que o necessário, mas…

A situação é que não estou exatamente preparado pra maratona e nem chegando no pico dos treinos pro 70.3.

Treinei pra maratona muito menos do que o programado, logo, é de se esperar que a dose de sofrimento seja muuuuuito maior do que a programada.

Pro 70.3 a meta era melhorar meu último tempo de forma a estabelecer um novo patamar pra mim nesta distância, principalmente na etapa de ciclismo. Não vai dar! Se o tempo melhorar já vai ser um lucro grande, mas pelo menos acho que dá pra fazer no conforto, sem muito sofrimento.

A rotina que considero ideal de treinos, única e exclusivamente pra mim, é de fazer cada modalidade 3 vezes na semana. 3 x natação, 3 x ciclismo e 3 x corrida. E em 1 dessas 3 vezes é um treino longo. Normalmente o que ocorre é 1 treino longo (normalmente lento), 1 treino intervalado (com tiros bem “pancados” mesmo, porém curtos) e um treino de ritmo (um pouco mais rápido do que o pace programado pra prova).

A rotina atual está muito longe disso. Pra dar uma noção da coisa, vou fazer um resumão do que tem ocorrido:

· Natação: tem acontecido 1 vez na semana e em algumas semanas, nem isso.
· Ciclismo: tem acontecido 1 pedal no rolo durante a semana e em alguns finais de semana um pedal na estrada. Já tem 2 semanas que o pedal da estrada não acontece.
· Corrida: tem acontecido 1 longo no final de semana e, no máximo, mais um treino de ritmo durante a semana. Apesar de eu ter quebrado feio em um deles, os longos tem acontecido e é isso que me faz ter confiança de que é possível sim fazer a maratona. Com uma certa dose de sofrimento, mas…

Já que a meta principal é mesmo o 70.3, daqui pra frente vou tentar dar uma intensificada na natação e no ciclismo.

Foca nos treinos, Armando!

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Copa, preguiça, motivação e Tour de France…

7 de julho de 2014 8 comentários

Os treinos estão indo aos trancos e barrancos…
Como já falei no post anterior, gosto muito de Copa do Mundo e acabo deixando os treinos em segundo plano.
Teve uma semana que não corri nenhuma vez e duas semanas que fiquei completamente afastado da piscina…

Mas será que era só por causa da Copa??? Claro que não! Chega uma hora que é difícil manter a motivação. É muito tempo treinando. Tem que ter uma disciplina muito grande pra dormir cedo, acordar cedo, comer certinho, etc, etc, etc. Uma hora o saco enche!

O engraçado é que você acaba percebendo que outras pessoas tem sensação parecida. Outro dia li no blog Correr para Crer um post que fala mais ou menos sobre isso.

Eu nado, pedalo e corro porque eu gosto de nadar, pedalar e correr e ponto final! Mas é muito diferente quando vc acaba fazendo isso na base da obrigação. Seguindo uma planilha à risca pra poder cumprir os desafios que você mesmo se impôs… Você mesmo se impôs…

Que situação! Você vai lá, paga uma inscrição de prova cara (sim, eu acho as inscrições muito caras), se planeja, compra passagem, reserva hotel e tudo mais… Mas na hora de treinar parece que aquilo é um martírio!!!

Não pode ser assim! Aquilo é pra ser prazeroso! E é, até certo ponto… O problema está no exagero, eu acho… rs

DisneyRun02Mas os treinos já voltaram a um ritmo razoável e já me considero apto a participar da Maratona do Rio em 27 de julho. É isso mesmo, eu estava cogitando a possibilidade de não ir pra largada simplesmente porque não estava treinando…

Vai dar pra fazer a Maratona no final de julho e o 70.3 de Foz do Iguaçu no final de agosto! Ok, não vai ser exatamente da maneira como eu planejei, mas…

Sabe o pior disso tudo? Eu tentei colocar a culpa da minha ausência nos treinos na Copa! Fala sério. A culpa é só minha!

Opa, peraí, sábado começou o Tour de France!!! Parem os treinos!!! Preciso assistir ao Tour!!! Hehehe, só brincadeirinha…

Vamos que vamos!

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