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Posts Tagged ‘Ironman 70.3’

Ironman 70.3 Fortaleza – A prova

18 de junho de 2019 2 comentários

Acreditando na opinião da galera que dizia que a prova era muito dura, fui fazer o 70.3 de Fortaleza. Eles tinham razão… Eita prova boa!!!

Pré Prova

Chegamos em Fortaleza na noite de sexta (a prova era domingo) e não deu tempo nem de montar a bike nessa noite. Foi chegar e dormir mesmo. Para economizar, pegamos um voo que dava a volta ao Brasil inteiro e passamos a sexta-feira inteira viajando, literalmente.

Acordamos cedinho no sábado pra montar as bikes e pegar os kits. Além disso, a Lívia tinha compromissos profissionais logo cedo e eu tinha que arrumar um capacete. Sim, esqueci o meu capacete em casa, em cima do sofá, na correria de descer pra pegar o táxi que, supostamente, estava me esperando.

Sobre o capacete, esclareço: sempre levo meu capacete na mão pq tenho medo de ele quebrar na viagem. Pra não esquecer, prendo ele no “grampo” que tem na minha mochila. Na correria pra sair, precisei abrir a mochila e soltei o capacete… Ele ficou… A sorte é que hoje em dia, com as redes sociais, a gente consegue tudo… Acionamos um amigo de Fortaleza ainda na fila do embarque, quando percebi que tinha esquecido, e antes da decolagem já tinha conseguido quem me emprestasse um capacete… Que aliás, é do modelo do meu e ainda combinou bem mais com o uniforme… hahaha

Com tudo resolvido e o kit na mão, fomos dar uma nadadinha pra sentir o mar, uma pedaladinha pra testar as bikes e uma corridinha pra soltar as pernas. Tudo isso ainda antes do almoço.

Depois do almoço, descanso, bike check in, mais descanso, jantar e dormir…

Na manhã da prova, tudo muito tranquilo, sem atropelos… O hotel próximo à largada é uma coisa fundamental… Acordamos tranquilos, tomamos café, fomos arrumar as coisas na transição e ainda deu tempo de voltar no hotel…

Swim

A natação em Fortaleza é sem roupa de borracha… Não tinha a menor condição de liberar a roupa de borracha. A água estava muuito quente… Mas vamos à prova:

De umas provas pra cá, já decidi que meu lugar de largar não é lá no fundo, daqueles que vão pra água caminhando. Minha largada é ali na frente… Não com o peito na faixa mas umas duas fileiras pra trás… Ali eu consigo correr pra água e já me livro de uma enorme confusão na frente sem ser atropelado por todos que vem de trás… Acho que ali é meu lugar…

Comecei a nadar e, sinceramente, nunca tenho novidades aqui… Eu nado quase sempre no mesmo ritmo, seja short, olímpico, meio iron ou iron… Fui lá, contornando as boias… Errando um pouco a direção pra lá e pra cá… No final nadei quase 200m a mais… Como de costume… Rs

Tinha uma pequena correnteza e sacudia um pouco, mas nada demais… Até que pra uma natação sem roupa de borracha, não foi tão ruim assim…

T1

Nessa prova não tínhamos tenda de troca. Segundo o Galvão, “dono” do Ironman no Brasil, é pra se adequar a todos os 70.3 do mundo… Eu particularmente prefiro assim, com as coisas arrumadas junto à bike, vc chega, deixa o que tem que deixar, pega o que tem que pegar e vai embora. Rápido e fácil…

Eu gostei!!!

Bike

Comecei a pedalar com a certeza de que tinha que imprimir um ritmo forte na primeira metade da prova, que era a favor do vento… O problema foi que não consegui…

A gente sabe muito bem o sentido do vento lá em Fortaleza e sabe também que, quanto mais tarde, mais vento. Resumindo, faça força na ida pra pegar menos vento na volta!!! Não deu.

Nem dá pra falar que era o freio pegando ou coisas do tipo… Eu olhava pra potência e não conseguia colocar a potência que eu queria de jeito nenhum… A galera ia me passando e eu não tinha o que fazer… Quando fiz o retorno, foi como se tomasse um soco. Bati na parede de vento e aí sim comecei a sofrer…

Lá pelo km 70 ou 75, meu pescoço doía tanto que quase não conseguia mais ficar no clip… E ficar fora do clip com o vento contra, ninguém merece… O capacete emprestado era um pouquinho maior que o meu e estava meio folgado… Balançava um pouco e acho que isso contribuiu pra aumentar a dor… Mesmo se fosse meu capacete teria dado problema… Talvez menor, mas daria… Eu já estava sentindo um incômodo nos últimos treinos… Preciso resolver isso…

Resumindo, é um pedal sofrido! O início e o término, que é numa área bem urbana, tem muitos buracos e a atenção tem que ser máxima, fora isso é só o calor e o vento que judiam mesmo…

T2

Mais uma vez uma transição bem simples… Largar a bike, tirar o capacete e sair pra correr… Tudo junto no mesmo lugar, muito bom…

Run

Saí pra correr com as pernas cansadas do pedal sofrido… Uns 300m depois da saída da T2 tinha um corredor enorme de pessoas torcendo e gritando o tempo todo. A energia é tão sinistra que tive que me conter pra não exagerar no pace e quebrar mais ainda…

O percurso eram 3 voltas de 7km cada uma… A primeira eu comecei num pace de conforto que, no meu “fantástico mundo”, conseguiria manter sem problemas até o final… Quanta inocência!!!

No final da primeira volta já tinha tomado a decisão de caminhar 1min em cada posto de hidratação… Isso me fez conseguir voltar a correr naquele pace anterior. As caminhadas atrapalhavam mas pelo menos quando eu estava correndo, tinha alguma dignidade… Rs

Lá pelo meio da segunda volta percebi que dava pra caminhar só 30s em cada posto de hidratação e assim fui…

No retorno da terceira volta eu só pensava em chegar o mais rápido possível pra acabar logo com aquilo… Nos últimos 3 kms eu vim acelerando progressivamente e cheguei como se estivesse iniciando a corrida… Bem forte… Isso me faz pensar que, como de costume, fui conservador demais durante a corrida…

Na hora achei que minha prova tinha sido bem ruim mas, no final das contas, vendo a quebradeira que foi, e reconhecendo minha capacidade física atual, acho que foi uma prova muito boa…

No geral, gostei bastante da prova em si… Esqueçam fazer o melhor tempo da vida aqui. A sacudida do mar, o vento do pedal e o calor da corrida não colaboram muito para que tenhamos muitos PBs (personal bests) pra postar mas se vc for pensar em uma experiência de prova, façam o 70.3 Fortaleza!!! Vale cada minuto do sofrimento!!!

Ironman 70.3 Rio 2018 – A Prova

22 de março de 2019 1 comentário

Sim, eu sei, tô muito atrasado… Mas acho que sempre vale à pena deixar um registro por aqui… E infelizmente a correria do dia a dia não me permite uma dedicação maior pra isso aqui…

A prova do Rio é, pra mim, uma prova muito especial… É no quintal de casa! Isso, obviamente, como tudo na vida, tem seus prós (não preciso gastar dinheiro com passagens e hospedagens) e seus contras (é sempre uma correria pq não consigo tirar uns dias dedicados à prova). Mas no geral, é sempre uma festa que eu gosto muito de participar…

Obviamente, dado que já se passaram 6 meses da prova, a riqueza de detalhes fica perdida e já peço desculpas por isso. Prometo tentar publicar sobre as próximas provas ainda na semana que elas ocorrerem… Tenhamos fé… Rs

Essa prova foi a primeira prova organizada pela Unlimited Sports depois daquela confusão generalizada no 70.3 de Maceió onde o vácuo foi uma constante, todo mundo reclamou bastante e acabei comentando no último post que fiz…

A Unlimited ajustou os tempos de largada das categorias pra conseguir espaçar mais os competidores e tentar reduzir o vácuo… No final acho até que deu certo mas, como nada é perfeito, teve gente largando muito tarde… E com o sol que estava, e normalmente está, acaba sendo uma prova bem diferente… As meninas, como de costume, foram as últimas a largarem e, obviamente, as mais prejudicadas pelas condições climáticas.

Pré Prova

Aqui no Rio, pra mim, a alegria sempre é maior… A quantidade de conhecidos que encontro na hora de buscar o kit, de tirar foto no “mdot”, do congresso técnico, bike check-in etc é muito maior. E como reencontrar amigos é sempre bom, o dia vai ficando mais leve…

 

Race day

Swim

Sei lá o que me deu nesse dia que na hora da largada eu me posicionei lá na frente… Na realidade, acho que estava meio apreensivo com a condição do mar, fui lá na frente dar uma olhada e acabei ficando por lá. Na minha frente só tinha uma fileira de atletas…

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Minha largada foi a primeira. Atrás apenas da elite masculina e feminina.

O mar nesse dia estava se mostrando meio complicado mas na realidade a gente ainda não sabia que ia piorar muito quem largou mais tarde encontrou uma condição bem pior… Mais uma vez as meninas se ferrando…

Fiquei sabendo que mesmo na minha largada, onde o mar não estava tão ruim, teve gente que já desistiu na primeira onda. Elas nem estava tão gigantes nesse momento, mas tinha onda quebrando até a primeira bóia, que fica mais longe… Ou seja, tinha onda quebrando na sua cabeça durante praticamente todo o percurso da natação.

Também não sei por qual motivo, talvez instinto de sobrevivência, fiz minha melhor natação de 70.3 da vida.

Saí feliz quando vi o relógio e parti pra T1.

OBS: Quando saí da água vi algumas meninas no perrengue da largada… Olhei para o mar e me assustei um pouco…

T1

Nunca é tão rápida quanto eu acho que pode ser mas acaba que, no bolo que eu saio da água, sou até rápido e acabo ganhando umas posições… Rs

Bike

Eu juro que estava confiante em um bom pedal… Esse percurso tem características muito bem definidas: vento contra em direção à Barra, vento a favor em direção ao Recreio, subida dura mas curta da Grota Funda ida e volta e depois mais duas voltas até a Barra no esquema vendo contra indo e a favor voltando. Ahh, normalmente quanto mais tarde, mais vento…

Esse ano achei que tinha um pouco mais de vento do que no ano passado… O que atrapalha legal na ida e ajuda muito na volta, logo, não sei se faz tanta diferença assim no resultado final.

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Fato é que esse ano meu pedal foi um pouco pior do que o ano passado fiquei meio triste com isso quando entreguei a bike mas depois, analisando os dados, verifiquei que acabei fazendo um pouco menos de força mesmo…

Pro meu nível, não foi um pedal absurdamente ruim, mas eu tinha uma expectativa de fazer um pouco melhor… Vida que segue.

T2

Essa eu acho que já aprendi a fazer… Consigo descer rápido da bike e me manter correndo pra fazer toda a troca que precisa… Essa T2 especificamente achei bastante boa…

Run

Nessa altura da prova, umas 10h30min da manhã, o sol já fritava os miolos… Mas eu estava decidido a correr até quebrar. Esse é o lado bom de ser pangaré e nunca estar disputando nada: vc pode arriscar o que quiser pq não tem nada a perder… Rs

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Acabou que a corrida encaixou direitinho. Sempre tem uma diminuída de ritmo no meio da prova mas depois consigo voltar e terminar num ritmo legal.

Preciso encontrar uma maneira de me manter focado na prova o tempo todo. Ainda disperso muito nos pensamentos. De repente me dou conta de que aquilo é uma prova e volto a prestar atenção no que está ocorrendo… Poucas foram as vezes que consegui entrar num “estado de fluxo” onde nada interfere no que estou fazendo… Quando isso acontece, é certeza de uma excelente prova.

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No final, acabei fazendo tb a minha melhor corrida de 70.3 da vida e fiquei bem satisfeito.

Obviamente, sempre dá pra melhorar. Mas perceber que, mesmo aos poucos, estou em evolução, é muito gratificante. Se tem um conselho que posso dar pra quem está iniciando no esporte é: seja constante! A melhora vai vir. Não precisa de pressa.

Pós prova

O pós prova no Rio é sempre especial: ver a Lívia chegando bem e encontrar a família depois da linha de chegada é sensacional…

Depois disso o resto do dia é de resenha… Rs

Vamos em frente que já tô vendo a próxima prova…

Ironman 70.3 Alagoas – A prova

22 de agosto de 2017 1 comentário

O Ironman 70.3 Alagoas chegou pra ficar!!!

Esta prova estava com todos os indicativos de que seria uma prova bem legal e rápida. Tudo isso se confirmou!

Pré prova:

Cheguei a Maceió no final da tarde de quinta e ainda consegui, na correria, buscar meu kit. Aqui já deu pra perceber uma grande vantagem dessa prova: é muito fácil (e não tão caro) se hospedar perto de onde tudo acontece. Ok, em Floripa também é possível, mas só pra quem tem muito dinheiro… Rs
Basicamente fiz tudo à pé. A pousada ficava a 5min de caminhada lenta até a expo, a largada, a tudo. Bem legal isso.
Na sexta pela manhã, depois de montar as bikes, saímos pra dar um rolé na expo e fazer social com os amigos… No final da manhã fiz uma sessão de massagem desportiva pra dar uma ajuda pras pernas. Eu estava me sentindo realmente muito cansado, com pernas pesadas demais e a massagem ajuda muito… Na parte da tarde, uma nadada de leve no local da prova seguido de um trote de 3km só pro corpo não esquecer pra que estava lá…
Sábado de manhã, hora de testar as bikes e acabamos descobrindo que uma roda da Líva não estava legal… Isso gera uma tensão mas, como no final tudo dá certo, conseguimos resolver tudo… 10h30 teve congresso técnico, depois disso almoço, descanso, bike check in e mais descanso.
Domingo pela manhã tudo dentro do previsto: depois aquela noite pré prova mal dormida de todo mundo fomos pra transição verificar se estava tudo ok e nos preparar pra largada. Tudo certo e lá vamos nós!!!

A prova:

Swim:

Não sei o que aconteceu comigo mas eu estava bem confiante pra essa natação. Ainda não me sinto confiante o suficiente pra largar lá na frente mas já evoluí muito nesse quesito…
Quando tocou a buzina mantive a concentração e parti pra dentro.
O meu grande problema na natação é que não consigo ter ideia do ritmo que estou nadando. Nado os 750m de uma short no mesmo ritmo que nado os 3.800m de um Ironman. Essa é minha natação! Só sei se nadei legal quando coloco os pés no chão e olho o relógio.
Dessa vez, quando isso aconteceu, vi que nadei mais rápido do que eu esperava e isso foi sensacional. Indescritível!

Resumindo: Fiquei feliz demais com minha natação! Foi minha melhor natação de um 70.3!

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T1:

Agora já virou hábito: fiz a T1 correndo!
Minha T1 só não foi nota 10 pq eu não consegui passar direto pelo banheiro sem parar pra fazer xixi… Rs

Bike:

Eu não conhecia o percurso mas já tinham me dito que era plano, logo, a ordem era abaixar a cabeça e pedalar… E foi isso que eu fiz. Eu também estava confiante no meu ciclismo…
No geral vi um pedal bastante limpo mas sempre tem aquele pessoal “malandro” que se garante na impunidade, não tem jeito. Com cerca de 50km de prova fui engolido por um pelotão que devia ter uns 15 caras embolados. Era tanta gente que pra eu conseguir frear pra sair do grupo tinha que tomar cuidado. Tinha gente na minha frente, atrás de mim, na minha esquerda e na minha direita. Paguei um esporro generalizado mas de nada adianta, infelizmente a impunidade compensa pra essa galera. Cheguei a chamar um árbitro e mostrar pra ele o grupo mas ele nada fez…
De qualquer maneira, esses caras acabam te fazendo evoluir, pq a raiva fica tão grande que vc faz até a força que não tem pra fazer…
Durante o pedal fez sol, chuva, calor, frio, vento contra, vento a favor, uma doideira… Mas nada disso atrapalhou, foi um pedal bem rápido.

Resumindo: Fiquei bem feliz com esse pedal. Foi meu melhor pedal em um 70.3!

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T2:

Essa transição eu já tenho bem organizada na minha cabeça. Dessa vez pulei da bike com tanta vontade que o staff que pega a bike pra gente quase deixou ela cair (não foi culpa dele, aloprei mesmo). Quase que eu tb caí entrando na transição (já à pé) pq não diminuí a velocidade… Rs. Preciso me controlar mais aqui… Rs

Run:

Aqui vinha a minha grande preocupação. Depois do desgaste da sequência Ironman BrasilMaratona do Rio, minha corrida não vinha encaixando. Isso estava me deixando chateado pq eu tinha corrido legal nas duas provas e queria continuar surfando nessa onda mas parecia que eu tinha passado do ponto e estava cansado demais…
Só que na hora da prova, se vc deixar esses pensamentos de lado, as coisas acontecem.
Comecei a corrida um pouco mais forte do que deveria e isso foi logo corrigido nos kms seguintes. Eram 3 voltas de 7k e no final da primeira comecei a sentir o cansaço. A segunda volta foi num ritmo um pouco mais lento, quase no modo sobrevivência… Rs. Só que chega uma hora que vc percebe que tem um pouco a mais pra dar… Na última volta consegui voltar a um ritmo legal e da metade dela pro final, encontrei um conhecido que, ao me ultrapassar, me chamou pra ir junto. Foram 4km num pace que sozinho eu jamais ousaria tentar. A cabeça não me permitiria mas ficou provado que o corpo aguenta.
Ouse!

Resumindo: Feliz pra caramba com minha corrida. Foi minha melhor corrida de 70.3!

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No final das contas consegui melhorar muito meu tempo de 70.3 com minha melhor natação da distância, meu melhor pedal da distância e minha melhor corrida da distância, tudo junto numa prova só. Sensacional!!! E sim, tô bem feliz!!!

Vamos em frente que o ano ainda não acabou…

Ironman 70.3 Rio de Janeiro 2015 – A prova

21 de outubro de 2015 3 comentários

Depois de muito, mas muito tempo mesmo, fui convencido a escrever aqui as impressões da minha prova.

Primeiro só quero deixar claro que não tenho escrito mais nada por aqui única e exclusivamente por falta de tempo. Infelizmente ainda preciso dormir durante as madrugadas e esse é o único tempo que não está ocupado… rs

Vamos à prova:

Como carioca e morador do Rio de Janeiro, embora a razão me mandasse não participar da prova, a emoção não me deixou ficar ausente dessa festa.

A prova era no RJ, sem precisar faltar o trabalho (ou tirar férias), sem custos de viagem, hospedagem, aluguel de carros e afins, a possibilidade de os familiares e amigos que não costumam viajar pra esse tipo de evento poderem assistir e além disso tudo a possibilidade de esta prova ser única, já que aqui no Rio os eventos esportivos são cancelados da noite para o dia… Uma pena para a Cidade Olímpica e Maravilhosa…

Expo, congresso e bike check in:

O primeiro engano da minha parte foi com a logística. O Recreio dos Bandeirantes é longe pra caramba e com o trânsito que temos hoje em dia, o tempo para chegar até lá pode variar muito… Com essa incerteza, não arrisquei tentar pegar o kit depois da saída do trabalho, optei por resolver tudo no sábado. Ia unir o útil ao agradável: saia de casa cedo, assistia o congresso técnico, buscava o kit, almoçava, arrumava as sacolas, deixava a bike no check in e voltava pra casa… Deu errado. O tempo pra chegar ao recreio no sábado de manhã foi absurdo e perdi a hora do congresso… hahaha. Mas ok, o restante funcionou…

Kit na mão, fotos, social com os amigos… Rolou até uma passada de carro pelo trecho do percurso do ciclismo que tinha uma subida… Deu pra perceber que está longe de ser a pior subida do mundo mas que, dadas as condições de alguns trechos do asfalto, seria uma descida perigosa pra quem quisesse “recuperar” o tempo da subida e não tivesse muita habilidade…

Almoço, bike check in e casa. Essa foi a véspera da prova…

Pré race:

Apesar de ter deixado tudo organizado na véspera, cheguei cedo à transição pra acertar os últimos detalhes e sobrar tempo pra dar uma nadadinha de aquecimento…

A transição antes da prova é uma coisa muito estranha: gente séria, gente sorridente, gente desesperada pq encontrou algum problema de última hora… Pra mim é uma grande confraternização pré prova…

Tudo certo na bike e nas sacolas de transição, parti pra praia.

Entrei na água pra fazer um aquecimento e quando saí, uns 10min depois, percebi que o Garmin tinha apagado… Tentei de tudo ali antes da largada pra ressuscitar o dito cujo mas nada adiantou… A prova ia ter que ser num “voo cego”…

Na realidade sempre tive vontade de fazer uma prova só “no sentimento”, sem olhar pra relógio, GPS e coisas do tipo… Mas não precisava ser num 70.3, muito menos de surpresa… Vida que segue…

Natação:

Segui as orientações e, acho que pela primeira vez na vida, aqueci antes da prova… Não sei se isso ajudou mas o fato é que, apesar de o tempo da natação ainda ser ridículo, fiz minha melhor natação das 4 provas de 70.3 que já fiz e com uma diferença grandinha de tempo…

A largada foi realizada em ondas. Primeiro largou a elite masculina, depois elite feminina, em seguida veio o primeiro grupo de amadores, de touca amarela, depois meu grupo, de touca verde, depois outro, de touca azul e, por último, as mulheres amadoras, de touca rosa…

Mantive minha estratégia conservadora ao extremo de largar lá atrás pra evitar a “pancadaria” até a primeira boia… Larguei lá atrás mas acho que larguei forte. No contorno da primeira boia já estava ultrapassando os mais lentos da onda anterior, de touca amarela. Me achei o Aquaman e tentei continuar no mesmo ritmo. Quando contornei a segunda boia percebi que comecei a ser ultrapassado pelos primeiros colocados da onda posterior, de touca azul… É, eu não era o Aquaman! Depois de contornar a última boia, já nadando em direção à saída, as primeiras meninas, de touca rosa, começaram a me ultrapassar… Definitivamente, ainda não aprendi a nadar…

Quando saí da água, sem nenhuma noção de tempo já que o Garmin tinha falecido, só consegui ter uma noção de tempo quando passei no pórtico e calculei um pouco mais de 40min na natação… Isso pra mim foi muito legal.

Mais legal que isso foi conseguir sair “inteiro” da natação.

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O tempo final da natação foi de 41min03s. Acreditem, isso  pra mim foi bom!

T1:

Dentro das metas que eu mesmo tinha me imposto, minha T1 foi muito legal.

Como acabei saindo “inteiro” da natação, consegui correr durante todo o percurso da T1 o que me fez ganhar mais alguns minutos já que normalmente me arrasto nesse trecho.

Meu tempo aqui foi de 5min18s

Ciclismo:

Entrei numa de falar só do que acho bom mas vou abrir uma pequena exceção pra não deixar essa parte em branco… rs

Como sou sabidamente lento, posso me dar ao luxo de arriscar qualquer novidade em qualquer prova sem maiores problemas. Quem está disputando vaga pro mundial, pódio na categoria ou coisas do tipo, não pode arriscar. Tem que fazer o que está acostumado.

Pois bem, arrisquei usar nessa prova um par de pneus novos que, não vou entrar em detalhes, mas não furam. É risco zero de ter que parar pra trocar pneu. Não precisa levar câmara, CO2, espátula nem nada. É só ir ser feliz!

Pois é. Seria! Nunca tinha sequer andado 10km com esse pneu e durante a prova, como estava sem o Garmin, a única coisa que eu sabia era que estava fazendo toda minha força no pedal… Enfim, fiz o pior pedal da minha vida! Disparado o pior!

Conversando com alguns amigos depois da prova, todos foram unânimes em falar que foi culpa dos pneus. Esses amigos também tem esse tipo de pneu, porém, foram mais conservadores (na realidade mais sensatos) e não utilizaram na prova sem testar. Depois dos testes que só puderam acontecer depois da prova, todos consideraram que é preciso muito mais força pra manter a mesma pedalada.

Lição aprendida e vida que segue! Os pneus que não furam vão pros treinos de montanha… rs

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Aqui demorei eternas 3h24min28s. Inacreditável!!!

T2:

Quando vi o tempo do pedal, entreguei a bike tão furioso que consegui fazer a T2 num tempo bem mais rápido do que tinha planejado.

Entrei, peguei a sacola, calcei o tênis e saí…

Opa, como estava chovendo, ainda me dei ao luxo de trocar de meias… rs

Tempo: 2min31s

Corrida:

Saí pra correr bastante desanimado mas eu estava lá pra isso. Encaixei o ritmo e fui. Sem saber o pace, sem saber o tempo, a única coisa que eu sabia era a distância quando passava pelas placas… hahaha

O percurso todo da prova foi muito bonito, mas a corrida foi sensacional. A passagem pela Prainha é simplesmente fantástica e vale a visita. Mas, como não existe almoço grátis, pra ver a vista tinha que subir o morro até lá. Como a da bike, nem é uma subida tão sinistra assim mas dá uma boa quebrada de ritmo.

A primeira cheguei a encarar correndo. Nas seguintes as pernas fraquejaram um pouco e precisei de alguns momentos de caminhada pra me recompor… rs

Apesar de o tempo não ter sido bom, achei que fiz o melhor que deu praquele momento.

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O tempo foi de longas 2h06min59s

No total deu 6h20min21s.

Conclusões:

Fiquei feliz? Sim!

Poderia ter sido melhor? Muito! Mas é assim mesmo. A gente vai dando cabeçada até aprender.

Ano que vem, se tudo for como planejado, estarei lá novamente.

E pra quem reclama que a prova tem muitas subidas. Tem que treinar mais em subida. As subidas estavam lá pra todo mundo e todo mundo sabia. Eu achei a prova divertidíssima!!! Me ferrei pelos meus erros!

O legal é que vejo espaço pra melhorar bastante em todas as modalidades:

  • Natação: ainda é péssima mas está no caminho;
  • T1: a melhora na natação faz a T1 melhorar automaticamente;
  • Ciclismo: esse não pode ser usado como referência mas mesmo assim dá pra melhorar bastante;
  • T2: gostei muito. Ainda é possível melhorar mas só vou me preocupar com isso quando estiver disputando vaga pro mundial, ou seja, nunca!;
  • Corrida: sempre tem espaço pra melhorar aqui mas esta tb não é referência. O vacilo do ciclismo ferrou com tudo.

Até a próxima!!!

Ironman Brasil 2015 – Semana 13 de 20

17 de abril de 2015 7 comentários

Bom, to realmente sem tempo pra treinar, que dirá escrever aqui… Basta observar que já estamos quase terminando a semana 14 e eu ainda estou escrevendo sobre a 13… E isso pq pulei a 12…

Oremos e tentemos continuar com a escrita…

A semana 12 foi a semana que antecedeu o Ironman 70.3 Brasília e essa daí eu pulei mesmo. Só consegui nadar 2.000m na segunda-feira antes da prova e um resfriado sinistro me deixou parado o resto da semana inteira. Cheguei a cogitar a possibilidade de não fazer a prova mas no final deu tudo certo… Esse é um dos principais motivos pra eu ter achado o meu resultado na prova “não tão ruim”… rs

A semana 13 foi meio lenta, com viagens a trabalho e a ressaca da prova…

Sim eu tenho depressão pós prova e demoro a conseguir encaixar os treinos. Mesmo quando não é a minha principal prova (caso desse 70.3 de Brasília que nada mais seria do que um “treino de luxo” pro Iron de Floripa) eu tenho depressão pós prova.

De qualquer maneira, consegui não ficar totalmente parado, o que pra mim, já foi um grande negócio.

positivoxnegativo

Quando a gente compara com o que deveria ter sido feito, os números são ridículos, mas tem um porém, quando a planilha foi feita, não existia um 70.3 pra ser feito ali, logo, os números são realmente muito discrepantes…

Semana 13– 06/04 a 12/04

Previsto 2015 x Realizado 2015

Swim – 11.800m / 5.500m

Bike – 490min / 100min

Run – 330min / 35min

Realizado 2013 x Realizado 2015

Swim – 2.000m / 5.500m

Bike – 360min / 100min

Run – 190min / 35min

Uma decisão eu já tomei: parei de me estressar com os treinos e com meu tempo de prova. Dane-se tudo. Vou fazer o que der pra fazer nos treinos, vou viajar pra Floripa no final de maio e se, por algum motivo, eu achar que não tenho condições de fazer a prova, vou só assistir os amigos. Felizmente ou infelizmente, a vida tomou outros rumos e eu tenho que definir prioridades. Como não é o triathlon que me sustenta… rs

Abraço!

Ironman 70.3 Brasília 2015 – A prova

6 de abril de 2015 7 comentários

Neste último domingo ocorreu o Ironman 70.3 Brasília e esse ano teve o status de Latin American Championship…

Lá fui eu pra capital federal participar de mais essa “aventura”. Na época da inscrição eu tinha um planejamento de fazer uma prova bem forte pra poder “medir” o que eu poderia prever pro Ironman Floripa, que acontecerá em maio, porém, dadas as circunstâncias das últimas semanas, o planejamento foi meio alterado pro modo sobrevivência…

O mês de março foi muito duro comigo e ainda bem que acabou… Mas pra finalizar me deixou uma gripe que ainda se arrastou até a sexta-feira anterior à prova… Vida que segue e lá vamos nós… #semmimimi

Pré prova:

Felizmente ou infelizmente eu não vivo do esporte, logo, não posso me dar ao luxo de faltar o trabalho pra poder participar dessas coisas. Sabendo disso, quando fiz a inscrição, me programei pra ir pra Brasília no sábado pela manhã e voltar no domingo à noite. O erro foi não perceber que era no meio de um feriadão… Poderia ter ido tranquilamente na tarde de sexta e ter feito uma viagem bem menos cansativa… Mas ok!!! Besteira feita, vamos ao que interessa…

Chegando em Brasília fui direto buscar o kit e encontrar alguns conhecidos na expo. Um deles foi o ilustre amigo triatleta Milton, que até então eu só conhecia do blog e do Instagram…

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Voltei rápido pro hotel para montar a bike e preparar as sacolas pois na parte da tarde já teria que fazer o bike check in…

Acabou sendo tudo estupidamente corrido e cansativo mas no final funcionou. Bike entregue e era chegada a hora de descansar… Ou pelo menos tentar…

No domingo, dia da prova, acordei cedinho e por volta das 6h estava na transição acabando de fazer os últimos ajustes na bike e nas sacolas pra largada… Tudo certo era chegada a grande hora.

Natação:

Aqui na prova de Brasília a natação é feita no lago Paranoá. Como não tem espaço pra todos os atletas na margem, a largada acontece de dentro da água. Já tinha largado de dentro da água antes, porém, com uma largada em ondas de 50 atletas cada e tinha sido tudo bem tranquilo. Aqui não!

Éramos 1200 atletas alinhados dentro d’água e, apesar de eu ter me posicionado bem lá pra trás, o atropelo da largada foi inevitável… Isso eu já sabia que ia acontecer… Mas não sabia que ia ser nesse nível…

Foi realmente muito difícil “encaixar” a natação. Ok, sou um péssimo nadador e isso sempre acontece, mas dessa vez foi exagerado… Exagerado ao ponte de com 500m, sem ter conseguido ainda nadar de maneira contínua, decidi reduzir para esperar a multidão passar e eu poder nadar mais tranquilo… Pra performance isso é inadmissível mas pra minha tranquilidade e segurança, foi a melhor decisão…

A partir daí consegui nadar tranquilo sem atropelar e muito menos ser atropelado…

Nunca o pensamento “Nada é tão ruim que não possa piorar” foi tão verdadeiro. A natação, que sempre foi ruim, acabou sendo pior ainda, mas faz parte da brincadeira…

Resultado oficial: 47’01’’ (O registro do GPS pode ser visto nesse link do STRAVA)

T1:

Saí da água e dessa vez consegui correr pela área de transição, ao invés da habitual caminhada.

Catei minha sacola e até que para os meus padrões foi uma transição rápida. Isso porque ainda me dei ao “luxo” de secar os pés e passar protetor solar… rs

Ciclismo:

Peguei a bike e saí pra pedalar na tentativa de fazer uma média próxima aos 32km/h. Esse era meu planejamento lá no começo… Era obvio que isso seria impossível. Mas tentar é de graça, então lá fui eu…

Achei o início meio travado algumas subidas leves porém meio longas… A média estava meio baixa mas foi aumentando ao longo da primeira volta (de um total de 3) que foi fechada com uma média de 31km/h…

Aqui cabe uma observação: no retorno da primeira volta, que é um trevo onde você fazia uma curva em aclive pra voltar pra pista, passei tão empolgado com o pessoal aplaudindo que fiz a curva subindo pedalando tão frenético de pé que quem viu deve ter pensado que eu estava brigando por pódio… Por favor, se alguém fotografou essa cena, me manda a foto… rs

Com a segunda volta iniciada, a média novamente começou a diminuir aumentando de novo no final. Mas diminuiu mais do que aumentou e fechei a segunda volta com média de 30,5km/h…

Aí veio mais um susto da prova… Acho que fiz muita força e a alimentação ficou meio deficitária. O início da terceira volta me deu uma certa tonteira. Diminuí um pouco o ritmo, botei mais comida pra dentro junto com uma cápsula de sal e, aos poucos, as coisas foram voltando pros eixos e pude terminar sem problemas…

Resultado oficial: 2h55’08’’ (isso dá uma média de quase 31km/h, porém, meu GPS marcou média de 30 com um percurso um pouquinho menor do que os 90km. Esse registro pode ser visto nesse link do STRAVA)

70.3bsb2

T2:

Novamente tive uma boa surpresa. Saí rápido da bike, correndo o tempo todo e mesmo repetindo o “luxo” de passar protetor solar, acho que fiz outra boa transição.

Corrida:

Saí pra correr com a certeza de que seria uma loonga “caminhada”… Estou correndo quase nada por causa das dores na planta do pé, logo, a corrida seria sofrida…

Depois do pedal é sempre muito difícil encaixar o ritmo da corrida e por mais incrível que isso possa parecer tenho que controlar pq sempre saio correndo muito forte… Na minha cabeça, o normal seria sair devagar, com as pernas pesadas, mas comigo, pelo menos, é o contrário… O problema é que depois vem a conta e normalmente os juros são altíssimos…

Comecei realmente forte (fortte pra mim é um pace abaixo de 5min/km) e assim que me dei conta consegui ajustar… Lá pelo km 3 já estava correndo no meu “pace de conforto”, afinal, eu tinha certeza que ia ter que andar…

Aí veio a surpresa boa: apesar de ter sido com um “pace de conforto” corri 100% do tempo… e absolutamente nada me incomodou… Além do enjôo, obviamente… Eram 3 voltas de 7km e na última eu fiz sem comer absolutamente nada… Mas no final deu tudo certo… Consegui até sprintar e fazer umas ultrapassagens no finalzinho, ou seja, até sobrou um pouquinho… rs

Ok, não passou nem perto da minha melhor corrida mas, dadas as circunstâncias, fiquei muito feliz!

Resultado oficial: 2h06’08” (dá pra ver o registro do GPS nesse link do STRAVA)

Final:

Apesar de não ser exatamente o que eu queria, gostei bastante do resultado final. Dava pra ter sido melhor? Ontem não!!! Fiz o melhor que eu pude e esse é o motivo da felicidade!!! Provavelmente se essa prova fosse a 3 semanas atrás isso teria sido muito melhor… Mas não foi!

Agora é partir pra ver o que vai dar pra fazer no Iron!!!

Muito obrigado pra quem me acompanha por aqui e torce por mim!

Ironman Brasil 2015 – Semana 11 de 20

31 de março de 2015 5 comentários

Eu não gosto de gente que só reclama, logo, também não gosto de só reclamar…
Pensando em não encher a paciência de quem lê isso, vou ser curto e grosso.

Não sei direito o que é e nem se existe esse tal de Inferno Astral. Mas se existir, eu to nele… PQP!

inferno-astral

Semana de quebradeira nos treinos culminando com a minha desistência (por motivos pessoais, que fique claro) em nadar o Rei do Mar… Acreditem, desistir é muito mais difícil do que fazer qualquer prova mas tenho certeza de que foi a decisão correta. Só não aguento mais me inscrever e não fazer as provas.

O Rio Triathlon abandonei com problemas na bike e no Rei do Mar, nem alinhei na largada…

inferno-astral

No próximo domingo tem Ironman 70.3 de Brasília e tudo que eu quero é terminar com um sorriso no rosto!

O resumo da semana 11 é esse:

Semana 11– 23/03 a 29/03
Previsto 2015 x Realizado 2015
Swim – 11.800m / 3.500m
Bike – 460min / 350min
Run – 190min / 65min

Realizado 2013 x Realizado 2015
Swim – 2.600m / 3.500m
Bike – 280min / 350min
Run – 155min / 65min

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