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Ironman Brasil 2013 – A Prova

Já aviso logo que ficou grande. Pensei até em dividir em 3 partes mas acabei decidindo por colocar inteiro… Tem fotos pra ir distraindo e deixando a leitura menos “pesada”. rsrsrs.

O GRANDE DIA

Enfim chegou o dia da prova. Praticamente 1 ano após ter feito a inscrição e cerca de 1 ano e meio após ter tomado a decisão de fazer, lá estava eu, levantando às 4h da madrugada, sem ter dormido praticamente nada, pra enfrentar, provavelmente, a prova mais dura que já fiz, o Ironman!

Incrivelmente estava muito tranquilo. A véspera, dia do bike check-in foi bem mais tensa…

Tomei um banho, comi alguma coisa, peguei minhas sacolas (branca, verde e vermelha) e parti pra Jurerê.

Com algumas ruas já interditadas o carro ficou longe e foi uma caminhada demorada até a entrada da transição. Chegando lá, as sacolas verde e vermelha (special needs) ficam na entrada e você tem acesso à sua bike e às suas sacolas azul e amarela.

Com toda a calma do mundo, prendi minhas sapatilhas à bike, resolvi, de última hora, levar outra câmara ao invés de deixá-la no special needs e assim o tempo foi passando. Tudo pronto fui me trocar. Coloquei tudo que não usaria durante a prova na sacola branca, que é deixada junto com a azul, vesti minha roupa de borracha e iniciei a também longa caminhada até a largada.

Indo pra largada ainda de noite

Indo pra largada ainda no escuro. Eu sou o mais sério. rsrsrs.

Apesar de eu estar relativamente tranquilo, rola todo um clima meio tenso. Durante a caminhada procurei me concentrar no que fazer na prova mas é tudo muito complicado. Uma imensidão de novidades, 2.000 atletas, muito mais do que isso de torcedores e eu caminhando… Caminhando e pensando o por quê de eu estar ali… O por quê de aquelas boias que eu teria que contornar estarem tão longe… O por quê de eu ter passado os últimos 5 meses da minha vida preocupado com esse dia… Por que? Por que?

Chegando próximo à entrada, a sensação é de que estamos indo realmente pra uma batalha. São beijos e abraços de despedida como se aqueles pudessem ser os últimos momentos. Pais se despedindo dos filhos, filhos se despedindo dos pais, maridos se despedindo das esposas e esposas se despedindo dos maridos…

Alguns atletas sorrindo e outros visivelmente tensos. Alguns até sorrindo de tensão…

Concentração antes da largada.

Concentração antes da largada.

Os últimos momentos antes da largada são realmente inenarráveis…

Até então, no céu, só a Lua como testemunha… Aos poucos, o Sol começa a nascer e percebe-se que o momento da largada está chegando.

O narrador dá as últimas instruções, deseja boa sorte, fazemos um minuto de silêncio em homenagem aos atletas que infelizmente nos deixaram durante a preparação para este dia e finalmente diz estar torcendo para que todos retornem bem à linha de chegada até a meia noite. É realmente de arrepiar…

Logo após um “silêncio ensurdecedor” toca a buzina da largada. Toca e fica tocando por muito tempo…

14 - Tocou a buzina

Largada

NATAÇÃO

Nessa hora, esqueci de todas as dificuldades que passei durante os treinos e depois de cerca de 1min eu estava entrando na água e dando as primeiras braçadas…

Largada

Largada

A natação, nesta etapa, é feita no formato de um M, da direita pra esquerda e com a primeira perna um pouco maior do que a segunda.

Estranhamente mirei na primeira boia, que fica a 1km da largada (perpendicular à praia) e praticamente não tive problemas de navegação. Incrível!!!

Vale uma observação: A natação do Ironman é a coisa mais violenta da qual já participei. Nem nos meus tempos de judô eu apanhei e bati tanto assim.

Após contornada a primeira boia, que vista da praia tem uns 2cm e quando vc chega nela tem 5m de altura, rumei forte pra segunda e aí veio a primeira crítica à organização: não tem nenhuma referência boa na areia pra indicar o retorno. Os salva vidas ficavam na segunda boia gritando pros atletas mirarem no morro. Isto mesmo, mirar num morro que tem lá no fundo… Acabei chegando na praia sem maiores problemas e passando pela areia, não resisti e olhei pro relógio: 45min pra fazer a perna mais longa. Fiquei feliz e percebi que mesmo piorando um pouco na segunda perna, minha previsão de nadar em 1h45min seria facilmente alcançada.

Na segunda perna, entrou uma correnteza estranha que acabei achando que estava demorando muito pra chegar na 3ª boia quando finalmente consegui chegar, fiz a curva passei pela 4ª e mais uma vez salva vidas gritando pra mirar na tenda branca (detalhe que a tal tenda branca ocupava uns 100m de praia. É pra mirar em qual parte dela???). Nesse retorno à areia, a dúvida da direção somada à correnteza que estava cada vez mais forte, me deixaram bastante irritado. Acabei saindo da água meio chateado mas quando me dei conta de que tinha feito a natação toda em 1h25min. Fiquei tão empolgado que depois de tirar a roupa de borracha dei até uma corridinha até a tenda de troca…

Correndo pra T1

Correndo pra T1. Eu sou aquele ainda de touca na cabeça.

No final das contas, fiquei feliz com minha natação.

Percurso da natação

Percurso da natação

T1

Contrariando minha previsão, cheguei bem na T1 e fiquei mais animado ainda quando percebi que a área de troca estava lotada. Isso queria dizer que eu estava “no bolo”… É péssimo quando vc sai da água e sua bike está praticamente sozinha na transição.

Fiquei tão animado que acabei relaxando demais… Me dei ao luxo de secar os pés pra calçar as meias enquanto a maioria nem usa meias… Fato é que demorei bastante na T1 mas, pelo menos, não esqueci nada e nem deixei cair nada pelo caminho. Minha maior preocupação era com a alimentação e fiz questão de fazer tudo com bastante calma…

No total fiquei cerca de 11min na T1.

PEDAL

Sai pra pedalar e só pensava em uma frase: “Contenha-se na primeira volta porque a segunda vai ser muito dura!”. Todos com quem conversei nos últimos dias repetiram essa frase pra mim. Todos mesmo.

Saindo da T1

Saindo da T1. Eu sou o que está com a roupa do Brasil (BR).

O início do pedal é meio complicado. O primeiro trecho, na Avenida Búzios, é cheio de quebra-molas e, logo em seguida, passamos pra uma parte de paralelepípedos. Impossível não ficar pensando “tomara que minhas rodas não quebrem aqui” o tempo todo. Isso faz com que, naturalmente, o comecinho do pedal seja muito lento. Comecinho mesmo, isso deve ter, no máximo 2km, mas é meio estressante.

Logo a seguir pegamos a estrada e, salvo em alguns trechos bem esburacados, dá pra pedalar sem muito estresse.

Pedalando

Pedalando

Minha ideia inicial era de fazer o pedal em cerca de 6h. Com os conselhos recebidos, acabei não forçando muito a barra e fiz a primeira metade em 3h05min aproveitando pra “conhecer” o percurso e logo percebi algumas subidas que, certamente, fariam minhas pernas pesarem na segunda volta.

Agora era a hora de socar a bota pra fazer em 2h55min. Pois é, mas a segunda volta é, como todos me disseram, muito dura. Muito mesmo. Até agora não consegui concluir se era melhor ter pedalado forte a primeira já que a segunda seria dura de qq maneira…

De repente apareceu um vento chato que fica sempre te segurando que começou a me irritar. Somado a isso tem o fato de eu já estar sobre a bike a mais de 3 horas e todo o desgaste físico e psicológico.

Fato é que apesar de não ter sofrido em nenhum momento e muito menos ter pensado na possibilidade de desistir, o pedal acaba sendo uma coisa meio monótona. Foram 6h30min praticamente sem falar com ninguém. Digo praticamente pq no final das duas voltas consegui alcançar grandes amigos e pudemos trocar uma ideia por alguns poucos minutos. É bom falar com alguém depois de tanto tempo só pensando…

Deu até pra bater um papo rápido...

Deu até pra bater um papo rápido…

Praticamente não tive problemas durante o pedal. Nenhum problema mecânico, nenhum pneu furado, minha comida toda estava lá na bike pra quando eu quisesse comer e ainda tinha alguma coisa na sacola do special needs que simplesmente ignorei por absoluta falta de necessidade. Obviamente estou desconsiderando o vento quando digo que nada me atrapalhou, o vento estava lá pra todo mundo.

Foi tanto tempo pedalando que deu tempo de fazer ultrapassagens:

Fazendo ultrapassagens

Fazendo ultrapassagens

Sorrir pra câmera:

Sorrindo

Sorrindo

Pedalar sozinho:

Pedalando sozinho

Pedalando sozinho

E até arrastar esse gordinho ai e o amigo dele por cerca de 10km:

233802

Aqui cabe outra observação: Essa prova, como todos sabem tem o vácuo proibido. É impressionante como as pessoas gostam de burlar as regras. Esse rapaz que aparece nessa foto ficou na minha roda por cerca de 10km justamente no maior trecho de vento contra que tinha. Isso me irritou tanto que cheguei a gritar com ele em alguns momentos. O problema é que se um fiscal percebe o que ele está fazendo, eu recebo a punição junto. Ainda bem que isso não aconteceu pq se eu fosse parado, certamente o gordinho ia escutar muito… Consegui me livrar dele dando uma forçada gigante logo antes de uma subida e ele, obviamente, não teve pernas pra acompanhar… Se tivesse não ia precisar ficar na minha roda… Só pra constar, o pedal do gordinho foi em 7h30min, 1h a mais do que eu).

Enfim, depois das 6h30min cheguei na T2 e aí, já não tão satisfeito com os 30min extras…

Término do pedal meio enfurecido

Término do pedal meio enfurecido

Esse aí foi o percurso da bike, essa voltinha aí tem 90km, logo, foram duas:

Percurso do pedal

Percurso do pedal

T2

Mesmo chegando uma pouco mais tarde do que esperava, fiz outra transição com toda a calma do mundo. Dessa vez troquei as meias… rsrsrs. Lembra quando disse que a maioria nem usa meias??? Pois é, eu até troquei as minhas do pedal pra corrida… rsrsrs

Comi tudo o que tinha pra comer e passei pelo banheiro antes que minha bexiga explodisse.

Gastei uns 9min.

CORRIDA

Saí da transição ainda comendo. Como já falei, a alimentação era minha maior preocupação. Muita gente boa fica se arrastando porque errou na alimentação da prova.

Início da corrida

Início da corrida

Foi difícil segurar o ritmo nos primeiros quilômetros. Eu sempre acho difícil segurar o ritmo da corrida quando acabo de pedalar. O problema é que isso não é sustentável. Eu sei que ali na frente vou quebrar mas é difícil reduzir a velocidade. Corri os primeiros 3 km na casa de 5:40min/km, pace que eu não conseguiria manter nem se fosse só pra correr a Maratona, muito menos depois de ter nadado e pedalado tudo isso… Aos poucos consegui colocar um ritmo que julguei ser sustentável de 6:15min/km. Julguei errado! Acho até que seria possível não fossem as subidas pra Canasvieiras…

Lá pelo km 8 ou 9 começam as subidas. Nem são muito longas mas são tão íngremes que, pelo menos no meu campo de visão, não tinha ninguém correndo. Todos sobem andando e, por mais incrível que isso possa parecer, ganha-se tempo com essa caminhada, mas não eu. São umas 3 subidas na ida e temos um retorno com quase 14km voltamos e encaramos as 3 subidas novamente antes de fechar a primeira volta de 21km (a prova tem 1 volta de 21km e duas de 10,5km que essas, graças a Deus, são 100% planas). Era uma coisa tão íngreme que andei nela até na hora de descer pq fiquei com medo de cair.

Caminhando nas subidas

Caminhando nas subidas

Mas porque no meu caso a andada me “atrapalhou”? Atrapalhou porque achei que conseguiria voltar a correr “normalmente” depois e não consegui. Acho que o corpo percebeu que mesmo se eu fosse engatinhando eu chegaria ao final da prova muito antes das 17h de limite. Do km 22 ao 36 foi uma anda e trota que, sinceramente, me encheu a paciência. Começava a trotar e aos poucos, meio que automaticamente, ia diminuindo até iniciar a caminhada… Quando me dava conta de que estava andando, começava a correr novamente e isso se repetiu até o km 36… Resumindo: O corpo relaxou!

Quando começa a escurecer bate um certo desânimo. O número de atletas começa a diminuir pq muitos já estão completando a prova, o número de torcedores começa a diminuir, a temperatura começa a diminuir (estava com tanto frio que parei 6 vezes durante a corrida pra fazer xixi), sua paciência também começa a diminuir e assim vai a prova caminhando pro final…

Anoiteceu e eu ainda estava correndo

Anoiteceu e eu ainda estava correndo

Mais uma observação sobre a quebra de regras: O regulamento fala que é proibida a ajuda externa e durante a corrida é impressionante o número de atletas que utiliza ajuda externa, várias pessoas de assessorias andando de bicicleta pelo caminho distribuindo pros seus alunos desde água, passando por frutas e chegando até a suplementos… Pra que isso? Durante a corrida passamos 3 vezes pelas sacolas de special needs, os postos de hidratação ficam a cerca de 2km um do outro e tem de tudo neles: água, gatorade, refrigerante, banana, gel, sopa e pão. Gel, sopa e pão só em alguns e a sopa só depois das 17h. Ou seja, é só pelo prazer de burlar as regras… De querer ser mais esperto e se dar bem…

Voltando à corrida, ao frio e à sopa, não consigo tirar da cabeça a cena que passei: Já tinha escurecido e eu estava com bastante frio quando passei por um posto de hidratação e uma das staffs, muito simpática me pergunta: “Quer uma sopinha?”. Caramba, quando olhei praquele copinho soltando fumaça nem pensei duas vezes e peguei. Quando ia tomar ela abre um sorriso e complementa: “E um pãozinho, aceita?”. Noooossa, olhei pra mesa e tinha uma bandeja enorme de pãezinhos Bisnaguinha. Passei a mão em dois e fui caminhando tomando a sopa e comendo as bisnaguinhas. Que felicidade!!! Rsrsrs Daí pra frente, todo posto que tinha sopa eu mandava pra dentro um copo de sopa com duas bisnaguinhas… Isso me deu um up incrível.

Fiquei tão bem que, a partir do km 36 imprimi um ritmo de corrida na casa dos 6min/km novamente e fui reduzindo até cruzar a linha de chegada com pace já na casa dos 5:30min/km.

Faltando cerca de 500m comecei a pensar que tinha que passar sozinho na linha de chegada pras fotos ficarem boas… rsrsrs. Olhei pra frente e tinham 3 atletas bem lentos. Obviamente resolvi passá-los. O primeiro deles estava trotando bem lento e não ofereceu reação, a segunda era uma mulher que também estava bem lenta o terceiro é que foi impressionante. O cara caminhava e, quando foi ultrapassado começou a correr e me alcançou novamente. Uns 30 metros depois ele parou e voltou a caminhar… Achei que estivesse no papo mas de repente o cara veio alucinado, me passou e depois disso só consegui vê-lo pelas fotos da chegada… Impressionante!!!

Foi esse aí que me ultrapassou faltando 300m pra chegada.

Foi esse aí que me ultrapassou faltando 300m pra chegada.

Bom, pelo menos consegui sair sozinho na foto da chegada…

Chegada

Chegada

Consegui concluir a corrida em 5h13min e meu planejado era pra fazer um pouco abaixo das 5h, mas…

Esse aí foi o percurso. Esse “apêndice” pra direita só é feito na 1ª volta. São as terríveis subidas pra Canasvieiras…

Percurso da corrida

Percurso da corrida

Caramba, como acontecem coisas em 13h30min!!!

Depois da chegada e da massagem

Depois da chegada e da massagem

Em resumo, foi uma prova fantástica! É um dia de diversão completa. Não sofri e muito menos pensei em desistir em nenhum momento.

Essa é minha.

Essa é minha.

Não se pode negar que tem uma energia muito boa e um astral diferente de todas as outras provas de que já participei. Certamente voltarei pro Ironman, possivelmente pra Floripa, mas não em 2014. Quero um ano treinos sem compromisso. Sem aquele estresse todo de ter que acordar às 04h30min de sábado pra ir pedalar e às 06h de domingo pra correr, sem contar as 3 vezes na semana às 5h30min pra nadar… Vou ficar 1 ano nas provas menores…

Quero treinar por prazer, não por obrigação, mas treinar pro Iron se torna obrigação. É praticamente uma questão de sobrevivência: ou treina ou morre! Em 2015 quero repetir essa experiência, já com o lastro de 1 Iron completado e mais 1 ano de treinos… Vamos ver no que vai dar…

Ahh, existe uma remota possibilidade de eu fazer um Iron em 2014 mas isso vai depender de onde a Latin Sports vai fazer a segunda prova da temporada em território brasileiro… Já pensou um aqui no Rio??? Acho pouco provável mas a esperança é a última que morre…

OBS: Tirando as fotos que estão marcadas pela Webrun, quase todas as outras foram  tiradas pelo amigo Marcos Sêmola. Valeu Marcos, 2014 é você e quem sabe não estarei lá fotografando???

  1. deysicioccari
    13 de junho de 2013 às 8:09

    Armando: SENSACIONAL!!!!!!!!!! Parabéns!

    Vendo o gordinho ali da bicicleta, eu penso: “melhor ir para o treino agora, senão fico daquele jeito!”.

    Sobre o Brasil ter outra prova de Iron Man, olha essa matéria: http://oglobo.globo.com/blogs/pulso/posts/2013/05/31/brasil-ganhara-mais-um-ironman-um-70-3-em-2014-498603.asp

    Eu acredito que saia em Brasília. Como te falei, eu treinava corrida e bike na rua porque não precisava de academia. Só no último ano morando lá que encarei uma academia por pura preguiça.

    Mais uma vez: parabéns! Espero que continues registrando teus treinos!

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    • 13 de junho de 2013 às 20:04

      Deysi, sobre o gordinho da bike, o problema todo é que ele vai contra o “espírito da coisa”. Com um pouco de dedicação é possível fazer a prova sem sofrer muito e, principalmente, sem descumprir as regras…
      Vai por mim, é possível!!! Tenho certeza que você vai conseguir sem precisar usar meios ilícitos… rsrsrs
      Sobre o Iron em Brasília, sim, acho que lá é mais fácil sim, porém, acho que se optarem por lá, o 70.3 deve ir pra outro lugar… Tô na esperança de que um dos 70.3 caia aqui no RJ…
      Ahh, valeu pela força durante todo esse tempo!
      Os posts vão continuar… Já tenho meus próximos passos na cabeça… Mas nada comparável ao Iron, pelo menos por enquanto.

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  2. 13 de junho de 2013 às 17:48

    Armando, realmente não deve existir palavras para descrever a sensação de fazer um Iron! Parabéns pela prova, agora você é um Iron Man! Sem mais comentários…rs.
    Adorei o post e todos os detalhes! Bjs 🙂

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    • 13 de junho de 2013 às 20:05

      Valeu Beatriz, tentei fazer uma coisa menos cansativa do que a prova… rsrsrs.
      Acabou ficando meio longo, mas… A prova é longa né???
      Grande abraço.

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  3. 14 de junho de 2013 às 22:09

    Eae Armando,

    O relato ficou excelente. Quem lê, sente a emoção de estar lá contigo com todos os detalhes…
    Parabéns ironman!!!

    Abs
    fabiojapa
    http://www.run2b.com.br

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  4. 8 de julho de 2013 às 8:40

    Cara, fui comentar ontem e na hora H deu pau… não sei se foi ou não então vou mandar de novo. Eu saí de férias logo depois do Iron então estou completamente atrasado no comentário, de qualquer maneira aí vai.
    Fiz o meu primeiro esse ano também e a sensação é incrível mesmo. Deixo aqui meus parabéns por ter completado essa prova fantástica. Dificuldades sempre vão aparecer, aind mais em provas dessa magnitude.
    O relato ficou muito bom, deu para ter ideia de tudo que sentiu durante a prova.
    No meu caso (o relato também está no meu blog) o que mais me deixou realizado é que consegui me divertir o dia inteiro, por mais sofrido e difícil que tenha sido. Eu estava ali porque eu queria e curti cada minuto, isso que valeu e muito.
    2014 também vou “pular”, fazer provas menores e ganhar experiência. 2015 estaremos lá de novo se tudo der certo. Quem sabe não nos falamos lá por Jurerê.
    Abraço.
    Milton – http://vintesemanas.blogspot.com.br

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    • 8 de julho de 2013 às 17:34

      Valeu Milton, realmente é um dia inteiro de diversão… Quem encara dessa maneira acaba “aproveitando” melhor a prova. Ainda mais sendo a primeira…
      Mas é o seguinte: 11h não é pra qualquer um não!!! Parabéns!
      Em 2015 estaremos lá e quem sabe não consigo chegar em 12h?!?!
      Abraço.

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  5. 2 de agosto de 2013 às 14:56

    Armando, meus parabéns!

    Eu vinha acompanhando seu blog, lendo seus posts de preparação para o IronMan. Mas acho que essa é a primeira vez que comento (e com muito atraso).

    Fiquei um tempo sem visitar seu blog e por isso ainda não tinha lido seu relato sobre a prova. Cara, que relato maneiro! Que realização fantástica você alcançou! Fiquei emocionado só de ler seu relato e ver as fotos, principalmente a da chegada. Imagino então a emoção que é participar e terminar uma prova dura como essa.

    Parabéns, Ironman!

    Grande abraço e sucesso nos próximos desafios.
    Brunno – http://movidoaendorfina.wordpress.com

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    • 6 de agosto de 2013 às 16:46

      Valeu Brunno,
      Realmente a parada é emocionante. Eu recomendo. rsrsrs
      Valeu pela força,
      Armando.

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  1. 13 de junho de 2017 às 11:28

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